As escolas públicas de São Paulo não são um paraíso. Nenhuma escola pública é, nem mesmo nos EUA. Mas, de fato, a Secretaria Estadual de Educação faz jus ao ditado que um relógio quebrado está certo duas vezes por dia. Lá mandam materiais e kits para experimentos de Química, os professores passam por uma prova do mérito, no qual podem ganhar um aumentinho a mais, além de serem estimulados a cursar um mestrado ou doutorado (o que eu acho inútil. Ou você tem competência pra dar aula, ou não tem. Mestrado não te dará isso, mas enfim).
Aí eu fico sabendo que a prefeitura de São Paulo acha que esse negócio de cor azul é coisa de ableísta (google it!), pois promove apenas os que tiveram condições de saber um mínimo do que foi ensinado. Assim, os magníficos céleblos resolveram aprovar também alunos com notas vermelhas.
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