
A ressonância magnética do cérebro é uma experiência peculiar. Você se deita numa máquina claustrofóbica que parece ter sido projetada por alguém que perdeu uma aposta, passa meia hora ouvindo barulhos que variam entre britadeira industrial e show de música experimental finlandesa, e então sai de lá para esperar. E esperar. E esperar um pouco mais. Dias, às vezes semanas, até que algum radiologista sobrecarregado consiga sentar-se, analisar suas imagens, fazer muxoxo ao descobrir o que você tem na cabeça e emitir um laudo.
Todo mundo (vai, confessa que você também faz isso!) atualmente tá mandando pro ChatGPT analisar, e segundo minhas experiências, tem acertado muito bem… ou, se errou, o médico também errou, porque um confirma o que o outro diz. Continuar lendo “Pesquisadores criam IA que estuda ressonância de cérebro e diagnóstico não faz feio”







Tomar decisões não é algo fácil. Mesmo na parte que nos não estamos ligados do tipo: que diabos acontece quando decidimos por algo? Nossas decisões, desde escolher qual pé iremos usar para dar o primeiro passo até escolher o momento de esmagar os nossos inimigos envolvem cálculos realizados por redes de neurônios que abrangem nosso cérebro.
A todo momento estamos tomando decisões, ainda que inconscientemente. Pegamos o controle remoto para colocar no nosso programa favorito, e existe um longo processo neurológico para isso. Até mesmo o momento de decidirmos qual pé nós colocamos no chinelo primeiro é um processo de decisão.
Durante o sono, nós passamos por diversos estágios. Um deles é o chamado “sono paradoxal”, também conhecido por “Sono REM”, em que o acrônimo significa Rapid Eye Movement ou Movimento Rápido dos Olhos. Esta fase é onde os sonhos acontecem direto, e é bem reconhecido externamente pelo que o próprio nome indica: os olhos se mexem muito rápido, apesar do tônus ??muscular da pessoa estar completamente relaxado, embora o cérebro esteja à toda velocidade.