
Em 26 de setembro de 1991, oito pessoas se trancaram voluntariamente dentro de uma redoma de vidro e aço no meio do deserto do Arizona e, de quebra, quase morreram sufocadas pelo próprio otimismo. Não havia vírus, não havia sabotagem, não havia nenhum vilão de filme B espreitando pelos corredores. Havia, isso sim, um adversário muito mais chato e muito mais eficiente: o concreto. Bem-vindos à Biosfera 2, o experimento de US$ 150 a 200 milhões que prometia ensaiar a colonização de Marte e acabou dando uma aula magistral sobre como a Terra, com todos os seus bilhões de anos de rodagem, ainda sabe humilhar qualquer tentativa humana de replicá-la em escala reduzida. Continuar lendo “Biosfera 2: quando ignorar a Química quase leva a uma extinção em massa”


ENEM 2016. Fora o show de horrores que foi a galerinha atrasada, o que mais reclamaram é que, como sempre, as provas estavam difíceis; dentre elas, a prova de Química, que mencionou um texto de Platão sobre os estados físicos da água.
Outro dia eu estava olhando pra cima, por pura falta do que fazer. Eu estava vendo, indo bem alto, um avião de passageiros que, como sabemos, só carrega passageiros e suas malas. O que me chamou a atenção foi a linha branca que estava se formando atrás dele, reta que nem a trajetória do avião. Limpa e branca. O que seria aquilo? Bem, muitos sites têm a explicação: Aquilo são chemtrails, trilhas químicas usadas para diversos fins: controle do clima, redução de chuvas, controle de natalidade, manipulação das mentes, envenenamento de mananciais hídricos, extinção de indígenas, redução da biodiversidade e fazer gente burra se convencer que existem conspirações idiotas, feitas por grupinhos secretos que todo mundo diz conhecer.