
Houve um tempo em que a pior coisa que uma bactéria podia fazer com você era destruir sua caravana de carroças em plena Oregon Trail, com aquela mensagem inesquecível avisando que alguém havia morrido de disenteria. A disenteria, aliás, sempre foi a grande negligenciada dos livros de história: em muitas guerras, matou mais soldados que as batalhas, só que sem direito a estátua equestre. Pois, é, né? A coitada nunca se aposentou e agora, segundo a imprensa internacional, ganhou um novo e delicado meio de transporte: diarreia sexualmente transmissível.
Eu, que julgava a idade adulta-pra-idosa incapaz de me oferecer novas surpresas desagradáveis, fui gentilmente tapeado que nem o Pica-pau! O assunto é a shigelose, doença que já mata mais de 200 mil pessoas por ano no mundo, não tem vacina licenciada e, a julgar pelos números, perdeu qualquer vestígio de timidez. Continuar lendo “Bizarrice de hoje: Diarreia transmitida por via sexual”


Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Ser gordo não é fácil, meu amigo. Além de ser ponto de referência (“tá vendo ali aquele gordo? É bem na esquina”) ainda tem sérios problemas de saúde. Mas calma, a Natureza, que deve ser rolhadepoçofóbica, ainda tem outras travessuras para te sacanear, minha cara chupetinha de baleia.
Você que estremece só com a idéia de ter que tomar uma picada logo poderá suspirar tranquilo: a tecnologia de cartuchos de tinta pode ser utilizada para injetar medicamentos sem dor através da pele com um adesivo no braço. O dispositivo utiliza um sistema patenteado pela HP para enviar as drogas por minúsculas agulhas que não vão profundamente o suficiente para acionar os receptores de dor.