
Em 26 de abril de 1986, o reator 4 da usina de Chernobyl explodiu e inaugurou o maior pesadelo civil da história nuclear. Quarenta anos depois, a Zona de Exclusão segue lá, com seus lobos, suas florestas improváveis, seus turistas de nervos de aço e uma pergunta que não sai de cena: o que aconteceu com a sujeira radioativa que ficou pelo caminho? Ela não evaporou, não pediu demissão e não foi embora junto com a Guerra Fria. Virou poeira. Uma poeira de péssimo humor.
Pois um grupo de cientistas resolveu fazer o que ninguém parecia ter feito direito: pegar pedacinhos desse pó, colocá-los diante de um dos feixes de raios X mais refinados do planeta e perguntar a cada um, em cristalografês fluente, quem são e o que andaram fazendo da vida desde 1986. A resposta surpreendeu, e não no sentido de festa de aniversário. Continuar lendo “Os segredos cristalográficos de Chernobyl”









Kwait, além de ser uma titiquinha de pais, só se salvando por ser muito rico graças ao petróleo, tem uma das mais altas taxas de obesidade do mundo. Sim, chocante; você estava pronto para dizer EUA,