Cirurgias têm seu risco. Não importa qual. Alguns riscos são maiores, outros são menores. Mas cirurgião não quer saber disso. ele não está lá pra ir na base do “vamos na base do mal menor”. Cirurgiões são levados a trabalhar nessas condições, mas não é suas preferências. Um dos principais problemas de cirurgias é que o corpo fica lá, abertão, e doido para ganhar de presente uma infecção.
Biofilmes são comunidades biológicas com um elevado grau de organização. Diferente da população brasileira, bactérias conseguem formar comunidades bem estruturadas, apresentando – para um serzinho tão diminuto – um grau de coordenação e funcionamento bem sofisticado diferente das reuniões pedagógicas que eu tenho a infelicidade de participar (se bem que pedagogos estão um degrau evolutivo mais baixo que bactérias, mas disperso-me).
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O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.
Eu sei que vocês acham que é implicância de nós, pessoas normais, quando apontamos os desmazelos dos centros de Humanas em todas as Universidades do mundo. A verdade é que temos muitos bons embasamentos para atestar isso. Estudos de gênero, feminismo exacerbado, cultura do estupro, privilégio do homem branco cis-hétero etc. tudo isso vociferam nesses redutos de insânia. O que revelaria sobre esses centros e periódicos tidos como “científicos” recebessem trabalhos acadêmicos insanos, ridículos e totalmente fora de propósito, mas que se alinhasse com o pensamento dessa gente? Academia deveria servir para mentes pensantes debaterem sobre tudo e periódicos científicos filtrarem trabalhos e verificar se seguiram método científico, com coleta de dados bem detalhada e conclusões claras e com uma mínima relação com a realidade, certo?
Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!