O Telescópio Espacial de Raios-Gama Fermi da NASA é um observatório espacial usado para observações na faixa de raios gama na órbita baixa da Terra, estudando fenômenos astrofísicos e cosmológicos como núcleos galácticos ativos, pulsares, outras fontes de energia e matéria escura.
Agora, o Fermi observou luz de alta energia proveniente de erupções solares localizadas no lado mais distante do Sol, o que nos tem dado muitas informações sobre o Sol e a formação do Sistema Solar.
Alguém aí quer vídeo? Toma vídeo!

Sim, isso mesmo. Animais de estimação (“pets” para encurtar) são melhores amigos para as crianças do que irmãozinhos. Pet não bate no amiguinho, pet não arrota no meio do almoço e aponta para você. Pet não corta cabelo da irmãzinha. Pet não amarra as mãos do irmãozinho, o faz andar sobre uma mureta de um metro de altura enquanto o cutuca com um cabo de vassoura, brincando de pirata. Por quê? Porque um pet saberá que você vai cair com o focinho no chão e abrir o queixo me dando uma cicatriz até hoje (grandessíssimo FDP!)
As primeiras decisões do então eleito presidente dos Estados Unidos Donald Trump estão bem de acordo com sua plataforma de campanha e suas promessas. Está fazendo jus a tudo o que prometeu: controlar os cientistas. POTUS Donald mandou que todas as agências governamentais não se comunicassem mais direto com a imprensa e/ou o público, sem antes passar por um crivo. É assim que começa a tirania.
O rover MER-B, mais conhecido como Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003 e pousou em Marte em 25 de janeiro de 2004 no Meridiani Planum. São 13 anos de pesquisas, análises e descobertas e Oppy, como é carinhosamente chamada (toda nave, navio e rover é chamado de “ela”), ainda estrá lá, firme e forte, apesar da duração de sua missão ter sido planejada para 90 dias marcianos (cada dia tem, em média, 24 horas 39 minutos e 35 segundos).
Tem maluco que acha que Aquecimento Global é mentira. Mostrar os dados, não mostram Mostram, quando muito, bobagens sem terem sido publicadas em periódicos indexados. Quando muito, uma entrevista no Jô Soares com um imbecil que disse que não existe camada de ozônio, apesar de todas as provas. 
“Era uma vez um homem que teve um sonho: Ir até alua, colocar os pés lá e voltar em segurança”. Isso até podia ser início de algum seriado dos anos 80 (bem, quase isso), mas foi Kennedy, não por amor à Ciência ou ao espírito aventureiro, mas para mostrar pros soviéticos que se eles podiam mandar o Homem à Lua, eles podiam meter um ICBM no meio do Kremlin quando quisesse.
As sandálias estavam arrastando no chão poeirento. Ombro-a-ombro, cada escuto protegia o seu companheiro. À frente, a incerteza, a tirania. Uma gota de suor desliza, a respiração quente. O Sol a pino antecede a batalha. A ordem foi dada. As hostes se aproximam. A primeira linha de defesa se planta. A princípio, parecem que vão se render, mas dezenas de séculos mostraram que as resistências acabam ganhando, por causa de tempo e perseverança.
O mundo a Deus pertence, dizem os crentes. Eu penso que não. Do jeito que a Humanidade anda, o mundo pertence a mulas que adquiriram a capacidade de bater os cascos em teclados para postar besteiras na área de comentários de blogs céticos.
Ainda há debates sobre quem passou o rodo nas criaturas gigantes da Austrália, a chamada “megafauna”. E tipo ovo. Na semana que ovo faz bem, foi culpa da mudança climática. Na semana que ovo faz mal, então, é culpa dos seres humanos. E como estamos na semana que ovo faz mal, saiu mais um trabalho dizendo que, sim, foram os seres humanos que sentaram o dedo na megafauna australiana. As conclusões vieram através de estudo de cocô pré-histórico.