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Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

A viagem à Lua é um mito?

As pessoas são estranhas, muito estranhas mesmo. São capazes de acreditar em coisas pra lá de estapafúrdias, como horóscopos, cartomantes, pastores e até que existem pessoas honestas no Congresso. Parte disso se deve à uma necessidade de acreditar em algo. Acreditam em maluquices diversas, mas são incapazes de ver o mundo real à sua frente. Falta de tomarem a pílula vermelha, ou estão mesmo precisando de um supositório de verdade? Difícil dizer.

Mesmo depois de 40 anos, ainda existem malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos, que se recusam a acreditar que o homem realmente pisou na Lua. Como em qualquer caso onde prefere-se a ficção à realidade, malucos diversos pensam que ainda vivem num mundo pós 2ª Guerra e início da Guerra fria, onde os governos faziam tramóias, criavam ilusões, escondiam a verdade do público entre outras sandices, como o caso Roswell (em que acham que tem uma espaçonave lá escondida). Da mesma fora que querem acreditar em qualquer besteira, se recusam a acreditar na Ciência e as evidências que são mostradas. As pessoas são muito estranhas…

Afinal, por que acreditam nestas baboseiras? Uma reportagem do prestigiado jornal The New York Times demonstra que, pelo menos, 6% dos norte-americanos (chamar de “estadunidense” é palhaçada de comunistinha que usa tênis Nike e bebe coca-cola) não acreditam que o homem foi à Lua. Mesmo porque, lá não é o que se pode ser considerado a nação mais culta do mundo. Como aqui no Brasil a quantidade de toscos é muito maior, eu colocaria em uns 20%, no mínimo.

Algumas pessoas retardadas alegam que não seria possível o homem ter chegado à Lua em 1969 com a tecnologia da época, da mesma forma que acreditam que ETs phone home tenham ajudado os egípcios a construírem as grandes pirâmides. O mesmo tipo de gente que acha que andar com fitinha do Senhor do Bonfim dá sorte e impedirá de tomar esporro do chefe. Alguém aqui tá meio sem parâmetros de raciocínio (supondo, é claro, que esse pessoal raciocina).

Vamos pensar, então. Um bando de ETs, viajando em velocidade Warp, chega aqui na Terra para bancarem os mestres de obra, colocando a peãozada pra trabalhar. Depois, dão “tchauzinho” e picam a mula. Em contrapartida, ninguém foi à Lua por causa da Corrida Espacial e – só para sacanearem os soviéticos – inventaram essa tramóia toda, com a ajuda de efeitos especiais. Sei… muito sentido, né? Se foi assim, foram bem incompetentes. Podiam ter colocado Neil Armstrong e Buzz Aldrin lutando com sabres de luz. Enquanto isso, Leonid Brejnev estava de capacete dizendo “Venham pro lado vermelho da Força”.

A mania das conspirações resulta em coisas absurdas, daí o imenso sucesso de filmes como Arquivo X. O pessoal se pega em cada detalhe mínimo, agem como num teste de Rorschach e colocam suas conclusões sobre algo que só eles vêem. Pessoas que vêem conspirações por todos os lados não merecem maior atenção que malucos que alegam ter visto o Monstro do Lago Ness. Céticos costumam duvidar de alguma ocorrência, exigindo provas que as demonstrem ser verdadeiras. O que estes idiotas fazem não é ceticismo, é ignorância, já que as provas são apresentadas, mas a mente ridícula desse pessoal se recusa a aceitar. Eles defendem uma “mente aberta”, mas as suas próprias são fechadinhas que nem uma noz. Por sinal, seus cérebros são do mesmo tamanho também…

Já aqui, em Terras Brasilis, nós somos brindados com o glorioso Show da Lua (cujo autor também “prova” que a Bomba Atômica não existe e as explosões em Hiroshima e Nagazaki jamais ocorreram). Ao lado dele, o site A Fraude do Século, mantida por um… er… homônimo meu (ele se chama André Basílio e, para minha infelicidade, eu o conheço pessoalmente). Aliás, o pessoal do Projeto Ockham (lamentavelmente, um site atirado às moscas atualmente) conferiu-lhe o Prêmio Dragão Invisível, pelas suas “valiosas” contribuições e demonstrar um conhecimento de Física que nenhum cientista sério poderia sonhar.

Os produtores do programa MythBusters (os Caçadores de Mitos) até fizeram um programa todinho destinado a examinar as alegações dos maníacos por teorias de conspiração. Vocês poderão assistir ao episódio completo no YouTube. Jay Windley é dono de um dos vários sites preocupados em desmentir as besteiras daqueles que questionam a ida à Lua. Seu site, o Clavius¹ (que por sinal recebeu o nome de uma estação espacial na Lua, na obra 2001 – Uma Odisséia no Espaço) desmistifica as teorias conspiratórias, as quais questionam tolamente o material fornecido pela NASA.

Harrison Schmitt, piloto do módulo lunar na última das missões Apollo e posteriormente senador federal, declarou em entrevista que o estado lastimável das escolas de seu país tem resultados previsíveis. “Se as pessoas decidem que vão negar os fatos da História e os fatos da ciência e tecnologia, não há muito que se possa fazer a respeito”, ele disse. “Quanto à maioria dessas pessoas, eu simplesmente lamento o fracasso do nosso sistema educacional”, diz Schmitt. Se ele soubesse a quantas andam o ensino brasileiro, ele ergueria as mãos pro céu.

Como desmistificar as bobagens que falam por aí? Bom, de princípio devemos lembrar as condições geopolíticas da época. Principalmente a chamada “Guerra Fria”, onde EUA e URSS mediam forças. Para que, eu ainda não sei, mas política é assim mesmo.

A URSS conquistara o espaço enviando o primeiro satélite artificial (Sputnik), enviou o primeiro ser vivo ao espaço (a cadela Laika) e, mais tarde, o primeiro homem a entrar em órbita (Yuri Gargarin, autor da antológica frase: A Terra é azul!). Assim, os americanos estavam ansiosos por mandar alguém à Lua. É tentador achar que eles inventaram essa história para passar a perna nos russos, só que isso implica num pequeno detalhe: espionagem.

O mundo da espionagem não é como nos filmes de James Bond, com um agente secreto mais conhecido do que papel higiênico. Só faltava andar com um anúncio em neon. A espionagem era mais perigosa porque era um mundo de espelhos e cortina de fumaça. Na verdade, ainda é assim.

Francis Gary Powers foi piloto do famoso avião-espião U2 (de onde você achava que o nome da banda tinha se inspirado?). Em 1960, ele recebeu ordens para sobrevoar a URSS e tirar algumas fotografias de alta altitude. Por um problema técnico seu avião teve que pousar em solo soviético e ele foi preso. Isso gerou um belo incidente diplomático para os EUA. Em 1962, o mundo quase chegou a uma 3ª Grande Guerra, onde a espionagem americana (mais uma vez usando o U2) descobriu que Nikita Kruschev ordenara a construção de uma base de lançamento de mísseis em Cuba. Este incidente ficou conhecido como A Crise dos Mísseis Cubanos. Kennedy pressionou a URSS e Kruschev arregou, retirando os mísseis de lá. Placar de Humilhação Internacional: EUA 1 x 1 URSS.

Levando em conta este histórico de espionagem dos dois lados, fica claro que a URSS tinha pleno interesse no programa aeroespacial americano e vice-versa. Mesmo porque, um foguete pode tanto levar astronautas como uma ogiva nuclear, e ninguém iria querer levar uma bomba atômica na cabeça (exceto pelo tosco que acha que nunca conseguiram fazer uma). Se houvesse o menor indício que o homem nunca pisou na Lua, CLARO que a URSS botaria a boca no trombone. Os EUA não correriam o risco desse vexame.

Alguns podem achar que a URSS seria boazinha em esconder para ter um ás na manga quando precisassem. Só que não dizem quando seria. Além disso, alegam que a URSS não foi à Lua, e que isso era prova que seria impossível tal proeza. A questão é que a Lua nunca fora prioridade nos planos da URSS. Convenhamos: ela saiu na frente em tudo e mostrou superioridade técnica. O que lhe restava mais provar? Que tal provar que os americanos estavam mentindo? 😉

Luna 15 foi uma sonda espacial construída por nossos amigos vermelhinhos afim de espionar o que Tio Sam estava aprontando no Espaço. Ela acompanhou os astronautas americanos e captaram suas transmissões de rádio. Por que fingiriam que tudo foi bem, se tinham o queijo e a vodka na mão pra humilharem os americanos de novo? Em vez disso, a URSS quis provar que seria desperdício de dinheiro enviar cosmonautas (como eles chamam) à Lua, se podiam enviar uma sonda robótica como a Luna 15. Eles tentaram e… falharam! Assim, a URSS simplesmente decidiu cancelar qualquer projeto de levar alguém à Lua e dirigiu seus esforços e cabeças pensantes para fins mais pragmáticos: a construção de uma estação espacial: A Estação Myr.

Os americanos sabiam que teriam que correr atrás para desenvolverem mais tecnologia, e isso começou nos anos da 2ª Guerra. Eles decidiram intensificar as aulas de Ciência nos colégios, a fim de terem melhores cabeças para ingressarem nas faculdades e, por fim, terem técnicos, engenheiros, físicos etc. Guerras sempre são um bom motivo para o desenvolvimento tecnológico. É uma pena que seja assim, mas a humanidade não toma jeito.

Os EUA tentaram construir estações espaciais também, mas fracassaram. O Skylab acabou reentrando forçadamente na atmosfera e se espatifou na Austrália (pelo menos, o que sobrou dele durante a reentrada). A Estação Freedom não serviu pra muita coisa. Mas a Myr não só sobreviveu esse tempo todo, como foi adaptada para se acoplar à ISS – Estação Espacial Internacional.

Em tempo: esse negócio que os americanos desenvolveram uma caneta que escrevia em todas as posições, enquanto os russos usavam lápis é folclore. Na verdade, os russos também desenvolveram esse tipo de caneta. Por quê? Porque lápis usam grafite, que apesar de poder ser usado em qualquer posição, se quebra fácil; e levando em conta que esta variedade alotrópica do carbono conduz eletricidade, os cientistas não correriam o risco de promover um acidente por causa de um curto circuito causado por um pedaço de grafite à deriva no interior da nave.

Os malucos ainda ainda alegam que uma das principais provas é o fato da bandeira estar “adejando” em meio a um vento no local. Realmente, seria impossível que uma bandeira adejasse em um lugar sem vento, já que a Lua não possui atmosfera. É por isso que a bandeira NÃO ESTÁ adejando. Ela está amassada, basta ver que em todas as fotos (clique na imagem para ampliar), ela está sempre na mesma posição. Aliás, se o pessoal alega que as fotos foram feitas em estúdio, de onde tava vindo o vento? Será que NINGUÉM percebeu que um ventiladorzão tava fazendo a bandeira mexer? O que acontece é que a bandeira está suspensa por uma vara de metal, de forma que ela ficasse reta. Manipulá-la com aquela roupa toda é inviável. Claro que ela teria que ficar amarrotada, ainda mais que ela não devia estar muito lisa, pois foi acondicionada num módulo muito pequeno.

Também há a questão da foto de Neil Armstrong. Quem foi que tirou? Ninguém. Aquele não é Neil Armstrong, é Buzz Aldrin, numa foto tirada por Armstrong (a foto que abre o artigo). As fotos do astronauta descendo não são do primeiro homem na Lua e sim do segundo. Mas, claro, os teóricos da conspiração não acreditarão nisso. Não que faça alguma diferença, é claro.

Há ainda a controversa foto na NASA, onde os astronautas estavam treinando o caminhar com aquela roupa. Na foto (clique para ampliar), aparece alguém agachado ao fundo e, dizem os maníacos por conspirações, que aquele é o diretor Stanley Kubrick. A foto ao lado foi retirada de um site que faz essa afirmação e até compara com fotos do próprio Kubrick. De minha parte, tem que ser muito imaginativo para ver o cara lá, já que quase não se vê nada do homem na foto. OP que é mais provável? Um técnico ali, aparecendo na foto por acidente, ou o Stanley Kubrick, sendo que não se vê nenhum detalhe? Bem, tem gente que acha que vê Jesus numa torrada. O efeito é o mesmo.

Os cientistas e pesquisadores queriam saber, também, como era a mecânica do solo lunar. Assim, pediram a Neil Armstrong pra fazer uma pegada e fotografá-la.

AHÁ!!! Nessa os teóricos da conspiração flagraram o erro: como poderiam fazer uma pegada sem umidade?

A resposta: E o que tem o orifício anal com a vestimenta masculina? Vão numa praia e andem pela areia. Ah, mas na praia tem umidade? Então vão num deserto como o de Atacama, cuja umidade é baixíssima. Ainda assim, verão que sim, pode-se ter pegadas. Sem falar que o solo Lunar é feito basicamente de poeira fina, oriunda milênios de erosão e bombardeio de raios solares e meteoritos. Isso somado a falta de ar, que geraria ventos, manteria a pegada para sempre lá, intocada, até que algo a desfaça. Não é o caso da Lua.

Agora, se querem uma perfeita prova que o homem foi à Lua, que tal irmos a algum observatório astronômico? Os astronautas da Apolo 11 colocaram espelhos refletores no solo lunar, virados para a Terra. Os observatórios utilizam lasers, cujos fachos chegam até os espelhos e são refletidos de volta. Os computadores calculam, mediante o tempo de ida e volta, a distância e, assim, calibram os aparelhos. Não sei, não. Acho que se não tivesse nada lá em cima, alguém teria reclamado. Será que todos estão na folha de pagamento da CIA? Seria que os espelhos existem e foi obra de Extraterrestres?

A verdade é que a NASA não voltou mais lá, na Lua, porque – como todo órgão governamental – ela sofre sempre com cortes no seu orçamento. Assim, ela preferiu investir em veículos que não se perdessem durante uma viagem, isto é, que pudessem ser sempre reaproveitáveis. Estes veículos são os ônibus espaciais. Só que agora eles têm um problema sério! A China está na corrida para levar um astronauta à Lua, assim como a Índia e o Japão.

Isso está gerando certa controvérsia. Buzz Aldrin, hoje com 78 anos, acha que deviam dar mais atenção à Marte. Marte é um planeta similar em muitas coisas com a Terra, como o tamanho (e, portanto, gravidade), duração do dia, estações etc. Muitas pesquisas estão no caminho de desvendar como ter água líquida lá para se construir uma base espacial. Só que a NASA está reiniciando um projeto para mandar outros astronautas à Lua.

Por fim, alegam ser estranho que a NASA tenha perdido os filmes originais do pouso. Quem nunca teve um documento perdido dentro de uma repartição pública? Não é porque é a NASA que algum burocrata lçá não tenha feito nenhuma cagada, perdendo ou mesmo apagando os filmes. De qualquer forma, conseguiram cópias das imagens televisionadas e refinar sua qualidade. Até o momento, 40% das filmagens foram restauradas.

Os vídeos originais ficavam armazenados em imensas pilhas de bobinas de fita. Cada uma continha 15 minutos de filmagem. Nas décadas de 1970 e 1980, faltaram tapes e a NASA apagou e reutilizou cerca de 200 mil bobinas. O destino da documentação original da missão Apollo 11 deve ter sido selado justamente neste afã de fazer economia, coisa normal em governos.

Abaixo, vocês podem ver algumas imagens do pouso na Lua.

A conquista da Lua foi um feito sem precedentes na história da humanidade. Alguns outros virão. Não importa que meia dúzia de acéfalos não acredite. Isso muitas vezes decorre de baixos graus de escolaridade, ou a recusa de reconhecer que sim, o homem pode fazer coisas maravilhosas sem ajudas sobrenaturais. Muitos dos “céticos conspiracionistas” são tolos religiosos, que se pegam num ou outro versículo, afim de justificar a impossibilidade do homem alcançar as estrelas. Somos crianças que mal saímos de casa, mas com certeza, não estamos mais presos aos nossos berços e, como disse o finado Carl Sagan, o Universo está à nossa espera.

¹ Lamentavelmente, eu cometi um sério erro neste artigo. Eu tinha, anteriormente, dito que o site Clavius tecia questionamentos sobre a veracidade da viagem à Lua. Epic Fail. Na verdade, o Clavius DESMISTIFICA as teorias conspiratórias. O Ariel Wollinger me chamou a atenção para a injustiça cometida. Em Ceticismo.net não podemos fazer vista grossa para os nossos próprios erros. Portanto, faço agora uma RETRATAÇÃO PÚBLICA para com os mantenedores do site Clavius.

Aqui nós temos um perfeito exemplo da importância das revisões por pares, onde buscamos indícios de erros, diferente de usarmos de Apelo à Autoridade. Eu cometi um erro e, portanto, devo desfazer isso. Errar é humano e consertar os erros – bem como admitir a culpa – uma obrigação. Obrigado, Ariel, pelo apontamento do erro; e a vocês, leitores, peço desculpas pela informação errônea. Prometo que terei mais cuidado na próxima vez.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

  • Falou o leitor do Gizmodo.

  • Nem física, nem geografia, nem história, nem engenharia, nem matemática.

    E não raramente, nem o português.

  • Scumbag FrEUd™, o caça LOUCOS!

    Dei-me o trabalho de ler o seu post, mas ainda não me convenci da “Viagem à Lua”.

    Como se alguém se importasse com sua opinião. Quer duvidar, azar o teu. Só não quer dizer que esteja certo.

    Para cada “prova” à favor da viagem, há uma dúzia de provas contrárias.

    Todas cientificamente incorretas e/ou retiradas do cu imaginário dos conspiracionistas analfabetos científicos.

    Mesmo as críticas suscitadas pelo “Show da Lua”, chamado ironicamente por você de “glorioso”, você não pôde abordar.

    Porque são tão estúpidas e repetidas à exaustão que nem valem a pena serem citadas. Quando você aparecer com uma “evidência” de verdade, poste aqui que EU farei questão de refutar.

    Espelhos na Lua, até podem ser considerados um bom indício da suposta viagem.

    Bom, de alguma forma eles chegaram lá, não? Se isso não prova uma viagem à Lua, o que provaria? Levar você até lá e soltar? (de preferência sem traje espacial)

    Mas chega a ser má fé, tentar passar isso como prova cabal.

    Má fé é entrar aqui, falar um monte de bosta e não provar nada do que diz, como você.

    Sondas podem fazer isso sem a presença humana, de igual maneira.

    Então quer dizer que havia tecnologia pra levar sondas e espelhos, sem pilotos, pousar onde queriam automaticamente, mas não havia tecnologia pra levar gente. Qual a diferença, me elucide por favor!

    O referido também se aplica às “rochas lunares” trazidas.

    Se você conseguir fazer uma sonda que traga 300 kg de rochas da Lua, sugiro que contate a NASA e mande seu CV, de verdade. Se os Soviéticos conseguiram trazer apenas poucos gramas desta forma, e você consegue trazer quilos, tá perdendo tempo comentando aqui quando deveria estar trabalhando na área!

    Fora este seu argumento (batido e usado por todos os crentes nas viagens à Lua)

    É um saco ler os mesmos argumentos sempre, né? É assim que nos sentimos quando os conspiraciotários vem aqui encher o saco com as mesmas ladainhas batidas over and over again…

    , caímos na boa e velha subjetividade: “Ah, a URSS isso…”, “Ah, a URSS aquilo…”.

    Mesma subjetividade do “Ah, a NASA mente…”, “Ah, a ida do homem à Lua foi uma farsa mas não apresento uma evidência plausível para refutar meus argumentos mais furados que um queijo Suíço…”, “Ah não tem estrelas nas fotos mas até hoje as imagens do espaço também não tem estrelas, então estão nos enganando desde 1960 e a Terra é plana”. Cansativo, né?

    Só Deus sabe se eles descobriram a farsa, se pretendiam também fazer o mesmo, ou se pretendiam com isso chantagear os EUA mais à frente.

    Arrã. Faz todo o sentido. 50 anos se passaram e cadê a chantagem?

    E convenhamos, mesmo que o fizessem, nada garante que lhe dariam crédito.

    Claro que dariam, além dos americanos os Soviéticos foram os ÚNICOS à época a mandar sondas e cápsulas até a Lua, e detinham o conhecimento (e os recursos) necessários para desmentir uma possível fraude.

    A verdade é que a URSS caiu, e desde aquela época já sofria de problemas (internos) maiores e mais sérios que uma corrida espacial.

    E, ainda assim, à época eles fizeram várias missões, incluindo a Apollo-Souyz, e as estações espaciais Salyuts, e depois a MIR. Faz todo sentido o que você falou, só que ao contrário.

    No final, vemos que você(s) tem/têm fé, porque, na verdade, todos nós temos. Se você acha mais digno crer em cientistas e físicos a padres e pastores, convém que reveja os seus conceitos quanto ao que é ceticismo. Abraços!

    Mimimi mimimi mimimi mimimi. CLARO que tinha que envolver religião no meio, típico.

    Ignora todas as evidências, mas acredita em fantasias, mentiras e invenções, especialmente a do escritor de manuais americano que inventou que “Baseado em ‘um palpite, uma intuição’ – palavras do próprio -, a ida do homem à Lua foi uma farsa. Depois quer vir falar sobre “fé”.

    Chola mais, chola.

  • Inacio Santos

    a tecnologia são contemporâneas, alguém sabe me informar se foi instalado um sinalizador de radio na lua! como forma de oferecer o falseamento ??? O Sputnik 1 foi o primeiro satélite artificial da Terra. Foi lançado pela União Soviética em 4 de outubro de 1957 na Unidade de teste de foguetes da União Soviética atualmente conhecido como Cosmódromo de Baikonur.

    O Sputnik 1, era uma esfera de aproximadamente 58,5 cm e pesando 83,6 kg. A função básica do satélite era transmitir um sinal de rádio, “beep”, que podia ser sintonizado por qualquer radioamador nas frequências entre 20,005 e 40,002 MHz[1], emitidos continuamente durante 22 dias até 26 de outubro de 1957, quando as baterias do transmissor esgotaram sua energia[2].