Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.
Para conduzir este tipo de estudo, um grupo pesquisadores estuda fumarolas brancas, emanações hidrotérmicas no fundo dos oceanos, de forma a entender os seres vivos que vivem por lá.
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Este seria uma típica ideia tão tosca que ninguém deveria ter tido. Mas tiveram. Um grupo de engenheiros, fazendo uso de suas atribuições numa de suas definições*, acharam que seria maneiríssimo ter algo que enfie um troço na sua boca e vá até a garganta. Sim, eu sei o que você está pensando, mas não é isso. É pra testar o paciente suspeito de ter coronavírus.
Mais um domingão, mais uma saraivada de insanidades para coroar a semana. São dados de saúde que somem, gene louca escrevendo asneiras, cidades agindo de maneira retardada… Tá tudo ótimamente bem, já que meu cinismo não espera mais nada de bom. E quem não espera nada que preste só terá surpresa positiva ou algo dentro das expectativas.
Eu adoro globos terrestres. Eles são ótimos modelos didáticos, já existindo já séculos. Uma bonita peça de decoração e educacional, tendo ajudado a muitos como entender a geografia de nosso planeta, informações cartográficas etc. Mas você sabe como um globo é feito?
Tomar decisões não é algo fácil. Mesmo na parte que nos não estamos ligados do tipo: que diabos acontece quando decidimos por algo? Nossas decisões, desde escolher qual pé iremos usar para dar o primeiro passo até escolher o momento de esmagar os nossos inimigos envolvem cálculos realizados por redes de neurônios que abrangem nosso cérebro.
Aproveitando o quebra-quebra aí? No Brasil, pessoal saindo na porrada e eu com pipoca e guaraná torcendo para eles se matarem, enquanto estão no meio de uma pandemia, ajudando a dar aquela alavancadinha gostosa nas estatísticas de contaminados. Eu estou no aconchego d meu lar e vocês? Aproveitem e leia os artigos da semana.
Chegou o sabadão. Claro, estamos na quarentena (alguns) e meio que sem ter o que fazer. Bem, que tal passar o tempo montando um satélite? Quando eu era garoto, montava muitos modelos de papel (não existia smartphones nem internet na época). Era um passatempo muito legal e eu me recrimino até hoje por não ter dado o devido valor. Mas você não precisa ser idiota como eu era. Monte seu próprio telescópio espacial!
Este panorama mostra “Glen Torridon”, uma região ao lado do Monte Sharp que o Curiosity está explorando. O panorama foi tirado entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2019, quando a equipe do Curiosity estava de folga no feriado de Ação de Graças.
O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.
Mais de dois meses de quarentena e pessoal ainda enchendo o saco com bobagens. Eu ainda prefiro compartilhar informações e coisas relevantes, embora tem momentos que enchem o saco e precisamos falar o que pensamos: dane-se os idiotas!