Plásticos são uma das maiores invenções da humanidade. Sua facilidade de produção, modelagem e segurança o fizeram um produto campeão. Desde copos, até peças de automóveis. O problema do plástico é seu principal ponto positivo: a estabilidade química. Mesmo depois de ser jogado fora, ele ainda continuará por aí por um bom tempo. Outro problema é que ele volta até nós, seja nas praias, matando seres vivos, desequilibrando o eco-sistema ou até mesmo na corrente sanguínea de peixes que serão consumidos por nós, os espertões que adoram poluir o mundo.
Pesquisadores estudam como é este impacto e chegaram à conclusão de cerca de um quarto dos peixes vendidos mercados de peixe na Califórnia e Indonésia continha detritos feitos pelo Homem. Valeu mesmo, gente!
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Nosso mundo é muito chato Não temos monstros nem vida alienígena querendo exterminar a gente (só políticos, mas estes não contam coo seres vivos). Amamos dinossauros por serem os únicos "monstros" que realmente existiram. Assim, olhamos em volta e buscamos por mais alguns. Vemos elefantes, baleias e até lulas gigantes, como a
Eu gosto de tatus-bola (que pertencem a duas espécies: Tolypeutes tricinctus e Tolypeutes matacus), apesar de preferir as cabritas, já que estas alimentam os seus descendentes. Há muito tempo, cientistas vinham buscando quando começou este lance, mermão, de catar bicho que se enrola, tá ligado? Agora, pelo visto, descobriram qual o mais antigo animal a ter esta capacidade. É um trilobita!
Longe de ser uma cor que as mulheres inventaram, o coral é um animal, metazoário, cnidário e ainda por cima da classe Anthozoa (e nem todos os corais são "corais"). O coral é formado um grupo de muitos organismos geneticamente idênticos, multicelulares conhecidos como "pólipos". Estes pólipos constroem um exoesqueleto, tão amado por surfistas que ousam se aventurar em Queensland (só que não). O que não se sabia direito é como os corais produziam aquele exoesqueleto. Pelo menos, até agora.
Você provavelmente nunca ouviu falar neste bicho e está prestes a ir na Wikipédia. Bem, eu lhe poupo o trabalho: Cormorão, corvo-marinho, biguá (Brasil), calilanga, galheta ou induro é a designação de diversas aves marinhas Pelecaniformes da família Phalacrocoracidae. O grupo tem cerca de 30 espécies, pertencentes ao gênero Phalacrocorax. Para estudar os hábitos desta ave, o pessoal da Sociedade de Conservação da Vida Animal (Wildlife Conservation Society — WCS), liderada pelo dr. Flavio Quintana prendeu uma micro-câmera num cormorão para estudar os hábitos e habilidades do nosso amiguinho penoso.
Em termos de sistema de defesa, muitas vezes as pessoas confundem camuflagem com mimetização. Camuflagem acontece quando o animal se mistura com o ambiente, alterando o seu padrão de cor. Um perfeito exemplo é o camaleão (família Chamaeleonidae), que passa de rosa pra verde, pra cinza e assim sucessivamente. Mimetização é um pouco mais especializado, onde o bicho imita o ambiente, seja no padrão de cores (e não apenas A cor) ou no formato, como é o caso do bicho-pau (ordem Phasmatodea).
O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.
Cientistas do South Australian Research and Development Institute (SARDI) estão estudando o comportomento da fauna aquática ao sul da Austrália. Entre as espécies estudadas, o leão marinho (Otaria flavescens) foi o que mais surpreendeu. Os cientistas acoplaram um conjunto Crittercam, que é um pequeno pacote de instrumentos incluindo uma câmera, um GPS etc, desenvolvido para a National Geographic.