Quando Drácula foi para a Islândia e virou outro personagem

O negrume da noite se espraia pelas terras esquecidas. Não há brilho de estrelas neste lugar e a Lua, mesmo que saindo, se recusa a derramar sobre a terra o seu véu prateado. O frio enregelante acossa as minhas entranhas, mesmo eu estando de pé em frente a imensa lareira. O vento uiva como um lobo espectral e o manto do medo cobre o castelo onde estou. Tremo mais uma vez, o ranger das tábuas velhas ao sabor do vento me deixa inquieto. O ar se torna pesado e o vapor do meu hálito se condensa. O frio se torna mais cruel. O barulho açoita meus ouvidos e as criaturas da noite fazem-se escutar.

Eu não queria estar aqui depois das minhas experiências naquele lugar remoto na Romênia. Aqui, nas geladas terras da Islândia, pensei estar protegido do mal eterno, mas eu não me livrei, pelo contrário! Estou face a face a ele de novo, mas nada vejo. A mão gelada toca minha face e, num instante que pareceu durar uma eternidade, sinto que agora, não escaparei desta vez. Fecho os olhos e rezo, mas Deus não me ouvirá, eu sei disso. Continuar lendo “Quando Drácula foi para a Islândia e virou outro personagem”

Vampiros, bactérias e histeria popular

No final do século XIX, os habitantes de Rhode Island enfrentavam um inimigo peculiar: uma força misteriosa que os consumia lentamente, sugando-lhes a vida com a voracidade de um parasita invisível. Não se tratava, naturalmente, de vampiros no sentido romântico que hoje conhecemos: aqueles galãs góticos de capa esvoaçante e dentição impecável (hoje em dia estão preferindo retratar como ativista de faculdade de Humanas, mas prefiro os vampiros aristocratas).

O antagonista desta história era também elusivo, misterioso, um quê de místico e algo de sobrenatural: a Mycobacterium tuberculosis, a bactéria causadora da tuberculose.

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Descobertos corpos de crianças enterrados como vampiros

Nas profundezas dos mares sombrios do nosso imaginário coletivo, os vampiros sempre ocuparam um lugar especial. Essas criaturas noturnas, ameaçadoras, sedentas de sangue, têm sido protagonistas de lendas e histórias assustadoras por séculos. Desde os contos de Carmilla¹ até os filmes modernos, os vampiros continuam a fascinar e aterrorizar. Mas, enquanto hoje os vemos como figuras fictícias, na Idade Média, o medo dos vampiros era muito real e palpável.

Recentemente, arqueólogos na Polônia fizeram uma descoberta macabra: os restos decapitados de duas crianças, enterradas de acordo com rituais anti-vampiros medievais. Mas o que exatamente são esses rituais e por que eles existiam? Continuar lendo “Descobertos corpos de crianças enterrados como vampiros”

Ritual satânico faz retardados matarem amigo pra ele renascer vampiro

Nada é mais idiota que a idiotice humana. Eu já acho que rezar para um carpinteiro pregado num pau-de-arara é meio esquisito, mas tem maluco que acha que o Diabo existe e, pior, vampiros também existem. Se isso já não é maluquice o suficiente para você, o México coroa a tosqueira com um bando de imbecis matando um dos amigos de forma com que ele renascesse um vampiro.

Preciso dizer o que aconteceu em seguida?

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Dona de casa mata a familia por achar que eram vampiros

Uma dona-de-casa de Silent Hill Notting Hill, ao que parece, não andava muito certa das ideias. Shelley Christopher, de 36 anos, surtou feio, surtou rude, pirou na batatinha, surfou no iogurte, deu boa noite pro poste e chamou gao de tio. Cismou que sua família era composta por vampirios, mas não aqueles vampiros boiolas que brilham no Sol, mas daquele vampirão malvadão, digno do Christopher Lee.

Shelley matou seu parceiro e sua filha de quatro anos de idade, para livrar o mundo das cáries… não! para evitar que o mundo está sendo tomado por vampiros.

Bactéria Vampira pode ser a chave para novos antibióticos

Sim, eu sei que Halloween foi ontem. Mas vamos manter o clima até onde der. Por causa disso, nem tirei a imagem de fundo comemorativa do Cet.net (se você não consegue ver, dá Ctrl+F5 e saia correndo dos zumbis). Voltando ao assunto, digo, COMEÇANDO o assunto, sabemos que normalmente atacamos infecções bacterianas com antibióticos, de forma a mandar as malditas servas do Lado Negro pros quintos, sextos e sétimos do inferno. nenhuma novidade, desde Fleming. Agora, a chave está em usar "fogo amigo", fazendo-se uso de bactérias vampiras, prontas para chupar, digo, atacar outras pequenas safadas.

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Morcegos vampiros podem captar radiação infra-vermelha em busca de sangue

Convenhamos, ninguém gosta de morcegos. Aquilo que parece ser o anjo da guarda dos ratos mete medo até em criminoso de Gotham (salvo algumas espécies que proliferaram nos anos 1960). Os filhotes de Lúcifer são tudo o que não queremos ter por perto, ainda mais os pertencentes à família Phyllostomidae, subfamília Desmodontinae. Como qualquer um dos seus primos quirópteros, morcegos-vampiros despertam medo, aversão e sói serve de tira-gosto para roqueiros mais radicais.

Mas o que é feio para Narciso, posto que não é espelho, pode ser a chave para muitas informações. Pesquisadores da Universidade da Califórnia estudam o modo que os tão odiados morcegos vampiros captam o calor do sangue de suas vítimas, de forma a se orientar até seu alvo e poderem fazer o seu banquete. Mantenham as estacas e os crucifixos a postos, pois Nospheratu esta na sua cola, mortal idiota.

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