Altos índices de obesidade no Kwait pode ser devido a contaminação por urânio. Mas pode não ser

Kwait, além de ser uma titiquinha de pais, só se salvando por ser muito rico graças ao petróleo, tem uma das mais altas taxas de obesidade do mundo. Sim, chocante; você estava pronto para dizer EUA, mas as taxas de obesidade entre adultos americanos não passam de 40%. No Kwait, 42,8% da população é obesa. Arábia Saudita (35,2%), Egito (34,6%), Jordânia (34,3%) e Emirados Árabes Unidos (33,7%) formam os gordinhos de Allah. Os países que possuem as menores taxas de obesidade são Bangladesh, Etiópia, Nepal, Vietnã, Madagascar e Índia, todos tinham níveis de obesidade abaixo de 2% de suas populações. Acho que dá para se ter uma pequena ideia do motivo, não?

O problema é: “por que o Kwait é uma nação de chupetinhas de baleias do deserto?”

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Presente de Grego: Caveira humana é o fóssil de Homo sapiens mais antigo fora da África

Neandertais se mostram muitas vezes mais interessantes que Homo sapiens. O fato de eles terem perdido na corrida evolutiva não tira a curiosidade sobre um dos últimos hominídeos a conviverem diretamente com seres humanos. Em 1978, em uma caverna chamada Apidima, no extremo sul da Grécia, um grupo de antropólogos encontrou um par de crânios parecidos com humanos. Um tinha um rosto, mas estava muito distorcido; o outro era apenas a metade esquerda de uma caixa craniana. Os pesquisadores acharam que eram neandertais, ou algum outro hominídeo perambulando por lá. Estavam quase certos!

O caveirão conhecido Apidima 2, o do crânio completo, era um neandertal de 170 mil anos. Você pensa que só porque ele estava inteiro (ou quase) ele era mais importante, certo? Errou, miserárver! O importante era o outro. Sempre foi. Aquele conhecido como Apidima 1, sabe-se agora, era um ser humano moderno de 210.000 anos. É o fóssil mais antigo de um Homo sapiens encontrado fora da África.

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Grandes Nomes da Ciência: David Hahn, o Escoteiro Radioativo

A polícia foi chamada. Os Homens de Azul receberam um alerta e foram investigar um caso de roubo. Ao chegarem perto do automóvel, foram instados em tom de alarme para não chegarem perto. Ao abrirem o porta-mala, o que viram os deixou estupefatos. Não era um corpo, ou mesmo um alien. Era um… reator nuclear! E com níveis alarmantes de radioatividade; e foi aí que se soube da história de um escoteiro com ideias avançadas demais, e noção de menos.

Esta é a história do Escoteiro Radioativo.

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A polêmica sobre o urânio empobrecido

Por Marcus Fernandes de Oliveira
Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro

O urânio empobrecido é um subproduto do processo do enriquecimento da forma natural desse elemento químico. Pelo fato de esse metal ser extremamente denso, resistente e inflamável, ele vem sendo amplamente empregado na área civil e militar. Seu uso crescente vem aumentando a dispersão de partículas de urânio empobrecido na natureza, expondo principalmente as populações civis a potenciais riscos cujo real impacto para a saúde humana e o meio ambiente ainda é obscuro e polêmico.

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