A Guerra Baloniana das Coreias

Desde a Guerra da Coreia, aqueles dois não se bicam, com a Coreia do Norte sendo… a Coreia do Norte, e isso vai em extremas bizarrices como todo mundo venerar os dita… Grandes Líderes como deuses, mesmo estando numa sociedade forçadamente ateísta. Kim Jong Gordinho mandou o melhor da zueira, e eu nem sabia que ele tinha senso de humor naquele corpinho cheio de big macs. A Coreia do Sul foi alertada pelo ataque iminente e nisso descobriram que eram…

balões, e a carga de ataque não era bem o que você pode imaginar.

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Papa fica bolado com seminários tendo muitos gays

Eu estava com saudades sobre as bobagens que nosso querido Papa Chico, o Suco Pontífice, é capaz de falar, dando ênfase às suas raízes argentinas. Dessa vez, Il Papon (dane-se o italiano. Eles se aliaram aos nazistas) mostrou que pode até vender a Igreja como muderna, mas sabemos muito bem o que é realmente a ICAR, e a bola da vez foi a recente declaração que “já existe bichice demais” em seminários.

Ah, sim, e reiterou que não tem essa de se aceitar padres abertamente gays. Isso cabe umas reflexõezinhas. Continuar lendo “Papa fica bolado com seminários tendo muitos gays”

Quer ajudar ao próximo necessitado? Não ajude, ajude a igreja mais próxima

Uma coisa que é sempre certa é cristãos agindo feito larga maioria dos cristãos, ou seja, ignorando os preceitos do deus deles. Sabem aquele lance de dai com a direita sem que a esquerda perceba ou contribuir segundo propôs no seu coração, nem deixar de fazer o bem a quem merece, tendo na tua mão o poder de fazê-lo? Pois, é. Não é assim que funciona pros Testemunhas de Jeová. Por que estou falando isso? Porque a liderança dos TJ no Brasil pediu às suas congregações que orientem os fiéis a não participarem de campanhas de arrecadação e a não enviarem dinheiro para desabrigados no Rio Grande do Sul. No máximo, mandar o pix maroto pra Igreja deles, lógico. Continuar lendo “Quer ajudar ao próximo necessitado? Não ajude, ajude a igreja mais próxima”

Mais uma vidente não vendo que vai usar pulseiras

Sempre que eu vejo reportagem começando com “falsa vidente” eu já suspiro por ter certeza de matéria mal escrita. Quando o cara começa com um pleonasmo, já sei que não se pode esperar muito. Daí você tem uma história com uma ricaça, uma herdeira e uma estelionatária, e uma comédia tipo anos 60 com duas espertonas, uma tia rica e a polícia correndo atrás de todo mundo. Continuar lendo “Mais uma vidente não vendo que vai usar pulseiras”

O Padre, a Fiel e o Destino: o choro do inocente, a vingança dos eruditos

Em uma cidade pequena, onde todos se conhecem e os segredos são tão bem guardados quanto uma linha de pipa segura um touro no cio, e os comportamentos ficam à mercê do rastilho de pólvora chamada fofoca, uma história de amor proibido se desenrolou. Um padre, homem de Deus amado e respeitado por sua comunidade, viu-se em uma artimanha propalada por circunstâncias. Um padre conduz as ovelhas de sua paróquia sendo um guia para os perdidos, um consolador para os aflitos, uma luz para os desesperançados. Mas, nessa história, por trás de sua batina, esconde-se um segredo que poderia abalar os alicerces de fé, do senso de comunidade e… de coração.

O padre viu-se perdido, desorientado, entre o amor espiritual e o da carne, entre o esplendor da inebriante fé em Deus e o aroma pecaminoso da lascívia com ela, uma de suas ovelhas, uma fiel, e neste amor frutificou o pecado do amor proibido fora das leis de um deus que ordenara crescer e multiplicar, e ambos cresceram, mas a segunda parte era proibida pela lei dos homens. Homem e mulher viram os problemas e contemplam as vicissitudes de seus atos no coração das ações da política e seus vieses espúrios.

Esta volúpia, este amor proibido, esta atitude impensada. Senhores, senhoras, esta é mais uma SEXTA INSANA! Continuar lendo “O Padre, a Fiel e o Destino: o choro do inocente, a vingança dos eruditos”

A enxurrada da ignorância e do analfabetismo

Antes de começar o artigo, deixe-me fazer uma ressalva:



Há oito anos ficou explicado que apenas 8% da população era razoavelmente capaz de ler textos. Alguns sarcásticos posso até dizer “entendeu ou quer que eu desenhe?”, mas no Brasil da ignorância, nem desenhando o bando de acéfalos compreende.

O Jean Galvão publicou uma charge na Folha no dia 5 (ontem). Esta aqui:

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Artigos da Semana 202

A semana foi de intenso trabalho. Eu corri para terminar um artigão que estava trabalhando um tempinho. Mas não vou anunciar hoje. Acho que amanhã. Enquanto isso, vejam o que postei durante a semana.

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Coreana encontra um novo amor que vale bilhões. Preciso continuar ou você adivinha?

Existem boas ideias, existem excelentes ideias, existem ideias maravilhosas. Obviamente, nenhum desses casos é o que eu irei relatar. Um caso de amor além de fronteiras, além das posições sociais, além do faturamento, além das estrelas com as quais os foguetes da SpaceX buscam. É uma história que roda rápido como um Tesla e expõe o melhor e o pior como o Twitter. É um caso de amor entre uma tia coreana e Elon Musk.

Ok, não era o Almíscar e sim um golpista passando a perna em alguma desavisada.

Tuitando o rabo de foguete que as pessoas acabam segurando, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Coreana encontra um novo amor que vale bilhões. Preciso continuar ou você adivinha?”

Apelando para vivacidade, mulher leva tio pro seu último empréstimo. último mesmo

Existem pessoas que não andam bem, outras vivas, outras vivas até demais, e aqueles tão vivos que levam alguém que já bateu as botas, esticou as canelas, deu “Olá” pro Zé Maria, foi pra Luz ao contrário da Carol Ann. Um exemplo disso é a dona que levou o… tio para fazer um saque, mas ele estava meio morto de cansado…

Mesmo descansando para sempre. Continuar lendo “Apelando para vivacidade, mulher leva tio pro seu último empréstimo. último mesmo”

Melhor entrevista de emprego: bebida rolando solta

Entrevistas de emprego estão cada vez amis difíceis. Primeiro porque você não sabe o que responder, ou não sabe o que perguntar. Aí vem aquele festival de bobagens que não levam a nada “Onde você se vê em cinco anos?” ou “Qual é a sua maior fraqueza?” Isso não ajuda em nada e só faz os dois perderem seu tempo, mas um chefe visionário descobriu uma maneira melhor e mais eficiente de avaliar os candidatos: levá-los para encher a caveira de álcool e observar como eles se comportam. Continuar lendo “Melhor entrevista de emprego: bebida rolando solta”