Eu sou um cara feliz. Feliz por dois motivos. Um porque sou um beta. Não tenho as grandes preocupações dos alfas, responsáveis por conduzir a nossa sociedade e nação; mas também não sou como os gama. Olhem só para eles! Em segundo lugar, fico muito contente de não viver num mundo que sofre mudanças. Nosso querido universo fixista faz com que não tenhamos doenças nem tenhamos que nos deparar com situações drásticas, como ver bactérias evoluindo e se tornando imunes a antibióticos, e é por isso as erradicamos todas.
Só que não.
Mas como não podemos contar com ajuda metafísica, só nos resta pesquisar um jeito de fazer com que estas malditas bactérias não se tornem resistentes aos antibióticos. Quem poderá nos ajudar? (A) Descartes ; (B) Aristóteles ; (C) Jesus ; (D) Cientificismo inútil
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Sim, eu sei que Halloween foi ontem. Mas vamos manter o clima até onde der. Por causa disso, nem tirei a imagem de fundo comemorativa do Cet.net (se você não consegue ver, dá Ctrl+F5 e saia correndo dos zumbis). Voltando ao assunto, digo, COMEÇANDO o assunto, sabemos que normalmente atacamos infecções bacterianas com antibióticos, de forma a mandar as malditas servas do Lado Negro pros quintos, sextos e sétimos do inferno. nenhuma novidade, desde Fleming. Agora, a chave está em usar "fogo amigo", fazendo-se uso de bactérias vampiras, prontas para chupar, digo, atacar outras pequenas safadas.
Mais cedo ou mais arde, em qualquer debate sobre Evolução em contraposição a pseudociências chega sempre o pseudoargumento que o sistema imunológico meio que apareceu do nada. Se fosse assim, organismos simples não o apresentariam, mas não é bem o caso. Este é o foco de estudo do