Tudo o que você precisa saber sobre Titã

O titânico Titã é gigantesco; uma das maiores luas (ok, satélite natural) do Sistema Solar. Ele é um mundo à parte. Talvez, as respostas de como chegamos aqui estejam lá. Talvez as respostas para perguntas que ainda não foram feitas é que estejam. Um lugar maravilhoso e complexo, lindo e mortal. O que atualmente sabemos sobre ele?

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TESS e as observações do céus amigos do norte

O TESS é o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Satélite de pesquisa em trânsito de exoplanetas) tem como missão vasculhar o céu em busca de exoplanetas ao redor de estrelas brilhantes próximas. Ao examinar o céu aparente do hemisfério norte, o TESS dá aquela fuxicada para saber quais os potenciais de encontrar um planeta semelhante ao nosso ou de qualquer outro do Sistema Solar, de forma a pensar naquela velha hipótese: estamos sozinhos?

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O que sabemos sobre Enceladus?

Enceladus é o incrível mundo gelado do sistema de Saturno. Seus mistérios ainda estão sendo descobertos aos poucos, mas já sabemos muito sobre ele; mesmo porque, uma mísera informação a mais já é muito mais do que se sabia até então. Sua brilhante superfície reflexiva feita de gelo e metano em forma sólida o faz o astro mais brilhante se só levarmos em conta os corpos sem luz própria.

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Fogo no rabo da Ariane e gritaria para mandar tudo pro Espaço

O Ariane 5 é um veículo de lançamento espacial de carga pesada desenvolvido e operado pela Arianespace para a Agência Espacial Europeia (ESA), mas eu vou é chamar de foguete mesmo. Não gostou, tô nem aí. Esta gracinha tem cerca de 52 metros de altura, 777 toneladas de massa e dois estágios, sendo ótimo veículo para colocar no Espaço coisas que avoam, como satélites geoestacionários (sim, eu sei que eles não voam nem avoam. Não enche o saco).

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Os polos agitados de Enceladus

Enceladus é uma das maravilhas do mundo saturniano. Ela foi descoberto em 28 de agosto de 1789 perlo astrônomo William Herschel, sendo um dos astros mais refletivos do Sistema Solar, embora seja muito pequeno: cerca de 400 km de diâmetro, enquanto o diâmetro equatorial da Lua (a “nossa” lua) possui mais de 3.400 km de diâmetro. Em 1980, quando a Voyager passou por Enceladus, foram tiradas algumas fotografias, onde via-se um satélite com muitas crateras em seu hemisfério norte, mas poucas crateras no hemisfério sul. Enceladus possui muitos gêiseres, e ao expulsar a água quente em alta pressão, se congela no meio frio do Espaço. Parte deste gelo é atraído de volta a Enceladus e outra parte foge do campo gravitacional do satélite.

Não apenas isso, Saturno é 95 vezes mais massivo que a Terra, e a órbita ao redor do Senhor dos Anéis é de insanas 33 horas, uma hora mais lenta que uma Uno com Escada faria, mas ainda assim é um valor absurdo. Quando a sonda Cassini-Huygens passou por Enceladus, tirou fotos de uma área no hemisfério Sul que recebeu o nome de “Garras de Tigre”: quatro fendas paralelas, semelhantes às falhas geológicas que separam as placas continentais, como acontece no limite entre a placa das Américas e a da Europa. À medida que Enceladus orbita Saturno, é amassada que nem massa de pão pelas titânic… saturnânicas forças gravitacionais do planetão. É isso que promove o calor no interior do satélite.

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A face radioativa da Lua

Se você é daqueles Team Aristóteles, bem, ele mais errou do que acertou (dizem que acertou). Ele achava que a Lua era uma esfera absolutamente sólida, lisa e perfeita. Errou completamente, como Galileu mostrou. Ela tem aquele aspecto de areia mijada, cheia de buracos, e vocês jamais verão divulgadorzinho de ciência dizer que a Lua tem aspecto de areia mijada, cheia de buracos, mesmo ela tendo aspecto de areia mijada, cheia de buracos.

Somando a isso tem o fato de ela ser tudo, menos simétrica, quando o lado que a gente sempre vê no céu ser bem diferente do lado que fica escondido.

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O toque divino mostrando a face do Deus dos Planetas

Doce Juno, esposa de Júpiter, amada rainha dos deuses. Odiada por Calisto, a quem Juno transformou em ursa e Júpiter a transformara em constelação. Amada e terrível. Gravitando em volta do seu amado, adorando-o, protegendo-o, beijando-lhe a fronte, desvendando seus segredos.

Em 5 de agosto de 2011, a sonda Jupiter Near-polar Orbiter, foi lançada. Como a NASA sempre gosta de batizar suas sondas de maneira especial (mas muito amada) deram, como sempre, uma pequena forçadinha para que ela pudesse se chamar Juno, com a missão de pesquisar a origem e evolução do Rei dos Planetas. A órbita de Juno ao redor do seu amado é de 53 dias (sim, Júpiter é MUITO grande) , e o vídeo abaixo mostra a 16ª perijove (o ponto da órbita mais próxima de Júpiter), ocorrido em meados de 2016.

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NASA em Marte: 20 Anos de pesquisas e conquistas

Há 20 anos NASA pesquisa Marte da forma mais hardcore. mandando para lá sonda, satélites e rovers. eu já tinha falado que Marte é Cybertron, e nesses longos 20 anos, a Aventura Humana em busca de outros planetas conseguiu muito, mas ainda nem arranhamos a casquinha de nossas possibilidades.

não espero ver o Homem chegar e fincar os pés no Planeta-Guerreiro, mas também não me surpreenderia se conseguirmos nessa minha escala tosca de vida. Que nós o conquistaremos é um fato e não é mais uma questão de “SE” e sim “QUANDO”. O vídeo a seguir é uma comemoração do tanto que a NASA tem conseguido nessas duas décadas. Vamos ver?

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As Luzes da Atividade Humana

Qualquer visitante extra-terrestre que passar pela Terra perceberá que há vida aqui, talvez até inteligente. Nossa maior mostra que estamos aqui é nossa pegada luminosa, com trocentos lumens mostrando que há poucos lugares onde não estamos.

A missão conjunta entra a NASA e o NOAA enviou ao Espaço o VIIRS – Suomi NPP, o Visible Infrared Imaging Radiometer Suite, Um radiômetro de varredura que coleta imagens visíveis e infravermelho da Terra, além de fazer medições radiométricas da atmosfera, criosfera e oceanos. Os dados VIIRS são usados para medir as propriedades das nuvens e aerossóis, a cor do oceano, a temperatura da superfície do mar e da superfície.

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