Pesquisa procura diferenciar expressões de dor e orgasmo

Todo dia eu vejo pesquisas que são candidatas ao IgNobel. Algumas mais outras menos. Gosto de ler sobre todas elas por saber que são pesquisas reais e até mesmo importantes, mas ainda assim são inusitadas. Imagine que alguns pesquisadores resolveram estudar a feição das pessoas durante um orgasmo; mas não é apenas isso. Traçaram um paralelo com as feições de quando sentem dores, e compararam diversas etnias para saber como cada uma responde.

Na versão TL;DR, ocidentais arregalam os olhos e abrem a boca, enquanto que orientais terminam com um sorrisinho maroto. Mas você não vai ficar só no resumo TL;DR, né?

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Pesquisa prova que cabras gostam de ver gente feliz

Sim, cabras gostam de gente feliz. É o que diz uma pesquisa que eu APOSTO vai ser séria candidata ao IgNobel. Isso foi baseado numa pesquisa importantíssima, que só não foi financiada pelo CAPES porque as cabras não estavam fazendo sexo oral em banheiro público. De qualquer forma, é interessante saber como as cabritinhas ficam felizes quando vê gente risonha.

O motivo de estar risonho ao chegar junto da cabra não pareceu ser levado em conta.

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Substância associada à confiança e relações afetivas também ajuda a reconhecer rostos familiares

Novo estudo sobre a oxitocina pode esclarecer as causas de misteriosos transtornos neurológicos e psicológicos, além de facilitar a identificação de rostos conhecidos.

De acordo com Ulrike Rimmele, psicólogo na Universidade de Zurique, na Suíça, e principal pesquisador desse estudo, “há uma evidência inicial de que o sistema central da oxitocina é alterado em vários transtornos mentais caracterizados por distúrbios sociais severos, como autismo, transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos de personalidade”.

Entender como a oxitocina afeta os mecanismos sociais básicos, como reconhecimento de outro ser humano, é pré-requisito para o estudo de comportamentos humanos mais complexos. Continuar lendo “Substância associada à confiança e relações afetivas também ajuda a reconhecer rostos familiares”