Need for Speed para cirurgiões. Eu quero brincar com um!

Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem. Em 2013, testaram até com o recém-nascido e recém-morrido Google Glass. Em 2002, dezesseis residentes cirúrgicos tiveram as capacidades psicomotoras de base avaliadas e foram randomizados para treinamento de Realidade Virtual até que os níveis de critério de especialistas estabelecidos por laparoscopistas experientes fossem alcançados. A dissecção da vesícula biliar foi 29% mais rápida para residentes treinados em sistemas de Realidade Virtual.

Agora a empresa FundamentalVR, sediada em Londres, Reino Unido, está lançando nos Estados Unidos seu simulador cirúrgico de realidade virtual cvhamado Fundamental Surgery. O sistema usa controladores de feedback tátil para manipular objetos no mundo virtual. Isso dá ao usuário a capacidade de tocar o que parece ser objetos físicos, tendo a resposta sensorial adequada. Muita ficção científica pra você? Não, é realidade, mesmo!

Continuar lendo “Need for Speed para cirurgiões. Eu quero brincar com um!”

Sinta a minha mão à distância!

Normalmente, as modernas tecnologias procuram trazer o mundo até nós. São óculos de realidade virtual, luas, roupas etc. Mas, e se fosse o contrário? E se você pudesse manipular objetos como se ele estivesse na sua frente. Não com garras, mas exatamente com a forma da sua mão? Bem, o pessoal do Instituto de Tecnologia de Massachusetts conseguiu.

Continuar lendo “Sinta a minha mão à distância!”

Macacos, robôs e a Copa do Mundo

Em Aliens, o Resgate, Sigourney Weaver entra em campo para sair na porrada com o bicho-feio-babão. Como "na mão" ela não seria idiota de fazer, ela vem com um exoesqueleto imenso. Isso é recorrente em várias obras de ficção científica e nem é mais tão ficção assim, já que engenheiros japoneses mostraram em 2009 que apetrechos assim são plenamente viáveis (vídeo AQUI).

Isso, por si só, já é algo e tanto, mas sempre queremos coisas melhores. É o natural em termos de evolução do conhecimento. Um exoesqueleto assim é muito útil, mas tem problemas por ser grande e desajeitado. Muito bom para serviço pesado, mas deficiente em termos de sensibilidade. Não seria legal se pudéssemos mover máquinas e sentir o mundo através delas, através do mais importante dos sentidos? Sim, seria e é no que o pesquisador Miguel Nicolelis está avançando, conseguindo que macacos tivessem uma real sensação tátil ao manipular objetos que em fato não existem. Mas hein?

Continuar lendo “Macacos, robôs e a Copa do Mundo”