
Uma das maiores inovações tecnológicas trazidas pela indústria do petróleo foi o asfalto. O asfalto é tão onipresente que virou sinônimo de modernidade urbana, de progresso industrial, de engenharia do século XX. Algo bem recente na História da Civilização, certo? Bem, não é bem assim. Os sumérios da Mesopotâmia já dominavam a lógica por trás dele há mais de quatro mil anos. Sem laboratório moderno, sem espectrômetro e, presumivelmente, sem nenhum PowerPoint de apresentação para a diretoria. Só observação, repetição e um conhecimento acumulado que atravessou gerações de artesãos em algum canto quente e úmido do que hoje é o sul do Iraque.
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Polímeros sintéticos são uma maravilha tecnológica. As muitas aplicações dos plásticos moldaram e moldam o nosso mundo. Mas não existe almoço grátis. A longevidade dos plásticos é seu maior problema, acarretando em poluição. Centenas de milhões de toneladas de plásticos são jogadas foras e boa parte desse montante não são recicladas. Temos que dar um jeito de acabar com eles, e o melhor jeito é por meio de agentes decompositores, como bactérias, por exemplo.
Em termos de escala evolutiva, esponjas são os animais menos evoluídos que existem na Terra, mas estão acima dos comentaristas de portais de notícias. Desde sempre, elas são conhecidas e muitas vezes usadas até para você tomar banho, apesar de hoje usarmos esponjas sintéticas, oriundas de materiais obtidos com o petróleo; petróleo este que se derramado causa grandes impactos ambientais e ninguém quer um manchão de óleo em suas praias.
O processo de refino de petróleo é complicado, caro e nada legal pro meio ambiente ou pro ambiente todo, conforme redações do ENEM que nunca foram escritas. O processo visa tirar as impurezas presentes, pois nem tudo é tão útil assim, ou até é útil, mas não naquela mistura. Os materiais envolvidos são caros, mas engenheiros desenvolveram da Universidade do Texas pesquisam uma nova membrana de separação de gás que poderia fazer as impurezas presentes desde a extração do petróleo e gases naturais mais fácil e com custo menor, o que é exatamente este segundo que interessa às companhias, é claro.
Estimativas da quantidade de petróleo que temos extraído do planeta variam largamente. Agora, pesquisadores britânicos publicaram uma nova estimativa no International Journal of Oil, Gas and Coal Technology, que sugere que pode ter utilizado mais do que pensamos.
Engenheiros químicos americanos transformaram com sucesso óleo de plantas – canola, coco e soja – em combustível para aeronaves, indistinguível dos combustíveis convencionais, de acordo com testes feitos pelo governo americano.