Quando e onde os cães se tornaram cães?

A origem dos cães domésticos ainda é incerta.. Sabemos, através de marcadores genéticos, que a separação entre cães e lobos modernos se deu no final do Pleistoceno. Acreditava-se que os primeiros cães viram a luz do dia há cerca de 14 mil anos, na Europa e no Oriente Médio, mas os cães do sudeste asiático só surgiram há cerca de 7.000 anos (ver Agricultura ajudou a fazer cães serem cães), mas isso ainda está sendo debatido, pois não existe verdade suprema em Ciência. Ela sempre está revendo seus conceitos.

Agora, novas pesquisas mostram que a origem dos cães pode não só não ser nesses lugares, como muito tempo antes do que se imaginava.

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X-men a caminho: Cientistas forçam bactéria a replicar DNA artificial

A elegante estrutura do DNA tem inspirado químicos durante décadas. Sua composição se restringe a quatro (apenas QUATRO!) bases nucleotídicas (ou simplesmente nucleotídios) que são, a saber, citosina, guanina, timina e adenina. São essas simples substâncias que produzem todas as variações genéticas conhecidas em cada organismo vivo, mediante seu emparelhamento. Com base nesse princípio, os cientistas têm feito alterações no DNA para uma variedade de finalidades. No entanto, um aspecto do comportamento natural do DNA tem sido um mistério que, aos poucos, vem sendo estudado: sua replicação.

DNA polimerases são enzimas que estão presentes tanto em células de procariontes, como eucariontes. Procariontes são indivíduos, cujas células não apresentam uma membrana que proteja seu material genético, isto é, fica tudo junto e misturado, sambando pra lá e pra cá, numa verdadeira mixórdia celular. Eucariontes, por outro lado, possuem uma membrana, chamada “membrana nuclear”. Essas polimerases são responsáveis, entre outras coisas, pelo pareamento das bases nucleotídicas. Continuar lendo “X-men a caminho: Cientistas forçam bactéria a replicar DNA artificial”