Com a imensa massa de refugiados, o medo paira sobre as cidades. Não só o medo do terrorismo ou da vingança de grupos extremistas, mas da onda xenofóbica de outros grupos extremistas, que acham que não deveriam receber aquela massa de pessoas.
Vários casos de estupro foram denunciados. O percentual aumentou absurdamente. Países estão pedindo para moças se vestirem sem usar roupas curtas para não ofender a população islâmica que está chegando e não pode ser ofendida.
O pavio foi aceso e os djinns estão prontos para o caos, e vamos entender o porque nete vídeo, edição extra.

A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.
No mundo sombrio das amaldiçoadas pollyannas, fronteiras são algo inexistente. Trolls educacionais vicejam nos quatro cantos do mundo, arrastando tudo e a todos para as trevas da ignorância, pois na ignorância está o poder dos déspotas. Mas o Jedi é o cristal da Força, e a Força é a lâmina do coração; e tal como Luminara Undi nos ensina, Mestra Katharine Birbalsingh, vice-diretora do colégio St Michael and All Angels, mostra que não devemos nos calar ante as atrocidades, como se o anormal fosse normal, e o Duplipensar é mais sutil do que fazem crer. Em uma convenção, do Partido Conservador, realizada em Birmingham, Mestra Birbalsingh meteu o dedo da ferida, mostrando que a escória pseudoeducacional que vemos assombrando os castelos do Ensino é algo que está se alastrando igual a uma praga. Como déspotas não gostam que falhas sejam apontadas, Birbalsingh foi obrigada a se silenciar, apagando inclusive o próprio blog.
Como disse o grande capitão Rodrigo Cambará (Google pra quem quiser), as guerras são a diversão do homem. Pode ser, pode não ser. Mas sempre que possível, o ser humano tende a bancar o idiota, e as guerras são a melhor expressão dessa idiotice. Assim, como aproveitar a ocasião senão para se distrair um pouquinho, antes que algum louco venha com um armamento melhor que o seu, pronto a mandá-lo pro Inferno? Soldados israelenses resolveram se descontrair um pouco e entraram, literalmente, na dança. Com direito a videoclip e tudo o mais.
Esses toscos religiosos não têm jeito. Se fosse casos isolados, tudo bem. Mas, pombas, a cada 5 minutos aparece uma notícia de um desgramado fio duma égua atacando crianças.
O mundo continua cada vez mais maluco! Não que eu efetivamente esperasse alguma melhora. Bem, dessa vez a notícia é trazida pela
Cheguei à conclusão que os crentes adoram o nosso blog. E o leitor contumaz dele é o Papa! Sim, ele mesmo: o Nazi-Pontíficie ama nossas postagens. De outra maneira, como explicar sua vontade louca de aparecer aqui propagandeando bobagens sem-limites?
Uma pequena comunidade religiosa vem chamando a atenção dos capixabas. É a seita Tabernáculo Vitória, localizada no bairro Santa Tereza, região da Grande Santo Antônio, em Vitória (ES). O grupo, que se prepara e acredita que o dia do juízo final está próximo, é formado por famílias que vivem isoladas, sem contato com parentes, em uma espécie de condomínio fechado. Para fazer parte da igreja, elas se desfazem de todos os bens pessoais.
A principal instituição sunita do mundo, Al-Azhar, emitiu uma fatwa na qual pede para castigar segundo a lei islâmica os muçulmanos convertidos ao cristianismo, o que pode chegar a ser punido com pena de morte.
Índios de Mato Grosso do Sul pedem à Fundação Nacional do Índio (Funai) a retirada das igrejas de dentro das áreas de reserva. Eles temem a perda da identidade cultural. Funai decidiu “defender a forma tradicional” de organização dos indígenas.