O Sol não fica paradinho. Sabe-se que ele tem altíssima atividade, com suas explosões solares e ejeção de massa coronal. Mas não é só isso! Milhões de jatos de material solar explodem da superfície do Sol a cada momento, chegando a ter quase 10 mil quilômetros de altura a uma velocidade absurda de milhares de quilômetros por segundo. Só agora, mediante simulações computacionais, estamos começando a entender esta dinâmica e sua natureza.
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Eu gosto de lâmpadas incandescentes. Que se dane se gastam muita eletricidade, desperdiçando 95% da energia consumida sob a forma de calor. Tanto que agora temos até lâmpadas retrô de LED sendo vendidas no Mercado Livre imitando antigas lâmpadas incandescentes, que eu sempre achei um charme, principalmente as que imitam o design de lâmpadas da década de 1930-40.
Astrônomos, astrofísicos e outros cientistas não têm o glamour que acham que tem. Foi-se muito o tempo que ficava-se olhando por uma lente os confins do Espaço. Hoje as observações são por meios de sinais, informações em forma de letras e números, gráficos e beeps. Transformar isso em informação visual, principalmente na hora da divulgação científica, é uma tarefa inglória.
O Parker Solar Probe da NASA será a primeira missão a “tocar” o Sol (preste atenção nas aspas, pombas!!). A nave espacial, do tamanho de um carro pequeno, viajará diretamente para a atmosfera do Sol a mais de 6,4 milhões de quilômetros da superfície da nossa estrela. O lançamento está programado para o verão de 2018.
O Telescópio Espacial James Webb é um projeto com a finalidade de substituir o Telescópio Espacial Hubble. Trata-se de um observatório para captar fundamentalmente radiação infravermelha. O James Webb deverá observar a formação das primeiras galáxias e estrelas, estudar a evolução das mesmas, ver a produção de elementos químicos nas imensas fornalhas que são as estrelas e ver os processos de formação dos planetas.
O NASA Goddard Space Flight Center (ou GSFC) é um laboratório de pesquisas espaciais criado em 1 de maio de 1959 como o primeiro centro espacial da NASA, estando sediado em Greenbelt, Maryland, Estados Unidos. Lá se desenvolve pesquisa de ponta e programas que desenvolvem instrumentos para exploração planetária, aparelhagem científica, sondas espaciais, satélites etc. Tudo destinado a estudar o Sistema Solar, os planetas, asteroides e o Espaço como um todo.
Estrelas de nêutrons são criadas quando estrelas com massa maior a oito vezes a do Sol esgotam sua energia nuclear e passam por uma explosão de supernova. Essa explosão ejeta as camadas mais externas da estrela, restando um corpo frio com uma densidade estupenda.
O cluster de Perseus é um aglomerado de galáxias na constelação Perseus e é um dos objetos mais massivos do universo conhecido, contendo milhares de galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás de vários milhões de graus. O telescópio espacial Hubble e o telescópio de raios-X Chandra captaram imagens quando um aglomerado de galáxias pequenas passou perto do cluster, perturbando os gases, formando o que chamamos de onda de Kelvin-Helmholtz.
Depois de 7 anos perscrutando o Senhor dos Anéis de nosso Sistema Solar, o combustível da Cassini está acabando. Para impedir que ela caísse num dos satélites naturais de Saturno, que podem abrigar vida e contaminando-os com algo da Terra, a Cassini foi atirada em direção a Saturno.