Astrônomos, astrofísicos e outros cientistas não têm o glamour que acham que tem. Foi-se muito o tempo que ficava-se olhando por uma lente os confins do Espaço. Hoje as observações são por meios de sinais, informações em forma de letras e números, gráficos e beeps. Transformar isso em informação visual, principalmente na hora da divulgação científica, é uma tarefa inglória.
Mas assim como Galileu desenhou o que viu e publicou para que as pessoas participassem de suas descobertas, a astrofísica também tem artistas, que além de ter formação em carreira científica, são bons em representar mundos, galáxias e todas as maravilhas do que tem lá fora, mas que nós não podemos ver


O Parker Solar Probe da NASA será a primeira missão a “tocar” o Sol (preste atenção nas aspas, pombas!!). A nave espacial, do tamanho de um carro pequeno, viajará diretamente para a atmosfera do Sol a mais de 6,4 milhões de quilômetros da superfície da nossa estrela. O lançamento está programado para o verão de 2018.
O Telescópio Espacial James Webb é um projeto com a finalidade de substituir o Telescópio Espacial Hubble. Trata-se de um observatório para captar fundamentalmente radiação infravermelha. O James Webb deverá observar a formação das primeiras galáxias e estrelas, estudar a evolução das mesmas, ver a produção de elementos químicos nas imensas fornalhas que são as estrelas e ver os processos de formação dos planetas.
O NASA Goddard Space Flight Center (ou GSFC) é um laboratório de pesquisas espaciais criado em 1 de maio de 1959 como o primeiro centro espacial da NASA, estando sediado em Greenbelt, Maryland, Estados Unidos. Lá se desenvolve pesquisa de ponta e programas que desenvolvem instrumentos para exploração planetária, aparelhagem científica, sondas espaciais, satélites etc. Tudo destinado a estudar o Sistema Solar, os planetas, asteroides e o Espaço como um todo.
Estrelas de nêutrons são criadas quando estrelas com massa maior a oito vezes a do Sol esgotam sua energia nuclear e passam por uma explosão de supernova. Essa explosão ejeta as camadas mais externas da estrela, restando um corpo frio com uma densidade estupenda.
O cluster de Perseus é um aglomerado de galáxias na constelação Perseus e é um dos objetos mais massivos do universo conhecido, contendo milhares de galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás de vários milhões de graus. O telescópio espacial Hubble e o telescópio de raios-X Chandra captaram imagens quando um aglomerado de galáxias pequenas passou perto do cluster, perturbando os gases, formando o que chamamos de onda de Kelvin-Helmholtz.
Depois de 7 anos perscrutando o Senhor dos Anéis de nosso Sistema Solar, o combustível da Cassini está acabando. Para impedir que ela caísse num dos satélites naturais de Saturno, que podem abrigar vida e contaminando-os com algo da Terra, a Cassini foi atirada em direção a Saturno.
O telescópio espacial Kepler da NASA observa o oitavo planeta em nosso Sistema Solar, Netuno. O Kepler detectou pequenas mudanças no brilho de Netuno causado pela rotação diária do planeta, o movimento de nuvens e até mesmo ondas sísmicas do próprio Sol!