
A semana tá movimentada, desde Toba explodindo, detergente politizado, veados bebadaços, IA à solta e advogado fazendo o melhor que advogado faz (merda, mas de forma tão merda que só podia ser coisa de jovem).
A semana da loucura!

A semana tá movimentada, desde Toba explodindo, detergente politizado, veados bebadaços, IA à solta e advogado fazendo o melhor que advogado faz (merda, mas de forma tão merda que só podia ser coisa de jovem).
A semana da loucura!

A advocacia brasileira decidiu finalmente abandonar qualquer resquício de dignidade institucional (isso é modo de falar, porque a realidade você conhece bem) e mergulhar de cabeça no maravilhoso universo do “truque de Internet que adolescente usa para tentar dar uma volta em professor.
Duas advogadas jovens (e jovem você sabe, né?) acharam que eram muito espertas tomaram na cabeça ao tentar dar uma volta no jogo de pessoas não muito… ok, eram advogados e cada um tenta burlar da melhor maneira possível. O problema é que violaram a primeira regra dos trapaceiros: não se deixe ser pego, mas eram jovens e tentaram manipular a IA com o prompt mais retardado do mundo.
GPTando e andando na Justiça Brasileira, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Advogadas jovens fazem o que jovem faz e tomam na cabeça em 84 mil reais”

Não há nada como a maravilhosa humilhação pública que ultrapassa o constrangimento normal e entra naquele território raro onde a realidade parece ter sido roteirizada por roteiristas bêbados de sitcom política. Um hilário exemplo é trazido pela África do Sul, que entregou ao mundo um desses momentos históricos em que a civilização para ela, olha para a cena e pergunta baixinho: “Mermão, sério mesmo?”
O governo sul-africano preparou um lindo, maravilhoso e cheiroso Projeto de Política Nacional de Inteligência Artificial, mas teve que eliminá-lo, removê-lo e exterminá-lo. Motivo? Ele foi feito via IA, numa reviravolta digna de Shyamalan. Continuar lendo “Governo manda IA fazer documento para regular severamente a IA”

Há duas formas de sobreviver a uma catástrofe. A primeira é escapar dela. A segunda é não escapar, mas ainda assim atravessar dois milênios com uma história boa o suficiente para que alguém resolva contá-la. O cidadão de Pompeia que saiu correndo com um bacião de barro na cabeça claramente falhou na etapa prática da coisa. Mas, em compensação, venceu com folga na parte narrativa. Pouca gente consegue morrer de forma tão absurdamente humana e, ainda assim, reaparecer séculos depois com direito a “retrato” digital.
E aqui estamos nós, em pleno século XXI, usando a mesma tecnologia que produz gatinhos astronautas para devolver o rosto a um sujeito que só queria não ser atingido por uma chuva de pedras vulcânicas. É o tipo de ironia histórica que Pompeia adora oferecer: enquanto o Vesúvio transformava uma cidade em cápsula do tempo, a inteligência artificial, dois mil anos depois, tenta fazer o caminho inverso. Nem sempre com perfeição, mas com uma intenção curiosamente nobre. Continuar lendo “O homem que tentou fugir do Vesúvio, falhou e a IA o trouxe de volta”

Há uma tradição respeitável entre políticos do mundo inteiro: mentir. É quase um requisito da profissão, está implícito no contrato não escrito que o eleitor assina ao depositar seu voto na urna. Mas mentir com a própria cara, literalmente, usando inteligência artificial para substituir a sua fisionomia por outra pessoa trinta anos mais jovem e depois insistir, diante de provas fotográficas, que aquilo é você? Isso já ultrapassa os limites do cinismo convencional e adentra um território novo: o da desfaçatez estética com pretensão ontológica. Continuar lendo “Política precisa ter filtro, mas alguns candidatos interpretaram isso errado”

Agora temos uma nova celeuma, a tal cantora rica que nunca ouvi falar arrumou problema com a filha rica do ator rico e enteada do jogador de futebol rico e, por algum motivo, acham que isso é algum problema máximo. Como já sei que na semana que vem teremos uma outra celeuma, fiquemos com o que foi postado na semana, porque tá me dando preguiça.

Segunda-feira, porque TINHA que ser numa maldita segunda-f(ucking)eira, com aquele fafé bosta, requentado, feito no sábado e reaproveitado porque o patrão é muquirana. Este pesadelo só confirma que você acordou no mundo errado, levanta, toma banho frio porque não pagou a conta de luz e não tem aquecimento a gás e percebe que a vida conseguiu, mais uma vez, superar suas expectativas negativas. E então abre o noticiário e descobre que a revolução das máquinas começou… num restaurante de hotpot, com um robô dançando descontrolado.
Não com ogivas nucleares. Não com drones assassinos. Com um robô fazendo coreografia freestyle no meio de caldo fervente. Continuar lendo “Skynet mete o louco e começa a sacolejar no restaurante”

Se o seu fígado pudesse falar, provavelmente diria algo como: “Oi, estou aqui me deteriorando faz um tempão, mas ninguém presta atenção em mim até eu resolver mandar uma cirrose de brinde.” E teria toda a razão. A fibrose hepática, estágio inicial do dano no fígado, é uma dessas doenças que prefere o silêncio ao drama, instalando-se discretamente no organismo enquanto o paciente acha que está apenas “um pouco cansado”. Quando os sintomas resolvem aparecer, frequentemente já é tarde para revertê-la. É o tipo de vilão que não usa capa nem faz discurso ameaçador, simplesmente avança. Continuar lendo “A IA que fuxica o seu DNA como um detetive”

Eu estava pensando outro dia. Eu tinha escrito sobre o falecimento da Internet e como o uso intensivo das IA generativas de LLM (os chatbots turbinados. Não são bem isso, mas… bem, você entendeu e não vou me alongar). Vários conteúdos sendo feitos, imagens feitas, artes e até vídeos curtos e alguns cada vez mais longos mantendo consistência, isto é, se começa um vídeo com o Lula, daqui a pouco não vira o Godzilla com barba ou algo assim. É o mesmo estilo de personagem estilizado, seja desenho ou “3D”.
Eu vi umas brincadeiras de como fariam filmes com o Super-Homem ou o Homem-Aranha e me peguei pensando… não precisarei mais esperar por livros, música e filmes e nem me decepcionar com eles caso não estejam do meu agrado.
E isso é perigoso. Continuar lendo “Não preciso mais de nada. Tenho IA”

Depois de séculos transformando cada nova tecnologia em ameaça cósmica, de Gutenberg ao videocassete, chegamos ao cume glorioso da nossa capacidade de entrar em pânico: padres, rabinos e imãs se reunirão em Roma para discutir como a Inteligência Artificial está turbinando o satanismo mundial. Se você estava achando que 2026 não tinha mais nada a oferecer, aqui está o seu presente. Com laço vermelho e cheiro de enxofre.
Desenhando um pentagrama no chão com peças de PC, esta é a sua QUINTA INSANA! Continuar lendo “ChatGPT com cheiro de enxofre: a IA que vai te mandar pro Inferno”