
Essa é uma interessante história do “acreditei porque quis acreditar”, o que é a base de todas as crenças, obviamente; desde histórias sobre quando Jesus caminhou sobre as águas até o bandido que a periguete descolou, e jura que vai conseguir redimi-lo. Também é uma história da linha “mente vazia é oficina do Diabo”. Junta isso tudo e temos o quê? Isso mesmo! Fadas pousando para fotos, com escritores famosos caindo feito otários. Continuar lendo “O caso das Fadas de Cottingley”

Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.
Um grupo de pesquisadores formados por médicos e psicólogos, mediante testes controlados, conseguiram o que muitos tentaram, e ninguém logrou: provar que existe vida após a morte. Esses pesquisadores alemães parecem ter resolvido de uma vez por todas uma das maiores dúvidas da humanidade: Depois que morremos, vamos ´para algum lugar?