
Todo mundo pensa qual é o limite das piadas pesadas. Bem, o limite eu não sei, mas das drogas-drogas, eu sei. E isso graças ao sistema judicial paulistense. Os meganhas colocadores de purê em cachorro-quente passam maus bocados porque ao apreenderem toneladas de drogas em operações contra o tráfico, uma pessoa normal (aquelas que sabem que se deve temperar alimentos) pensa: “Ótimo, menos entorpecentes circulando por aí!”, mas aí os paulistenses riem e dizem: NÃO, SENHOR! (isso vale para a parte de temperar alimentos e lidar com volumes de drogas apreendidos). Continuar lendo “São Paulo coloca limites nas drogas”









