Crianças negras necessitam de tratamento diferenciado para combater asma

Você pode pensar que remédios especializados mediante etnias é algo próximo (se não o próprio) a racismo. Não é. Pessoas são diferentes, ainda mais quando colocamos duas etnias na balança. A resposta farmacológica pra um nem sempre serve para o outro. Resta fazer pesquisas, por mais eugenista que alguns idiotas queiram fazer parecer.

Negros têm tendências a doenças em maior probabilidade do que brancos (talvez não aqui no Brasil, com essa miscigenação doida que temos por aqui). Uma pesquisa estudou a frequência de casos de asma em afro-americanos em comparação com caucasianos, e sim, os negros têm maior frequência e severidade do que brancos.

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Cérebros de brancos não processam direito rostos de negros. Pesquisador não quis testar cérebros de negros

Em tempos de problematização, uma das formas que pessoal lacrador implica é quando alguém diz que outra etnia é composta por indivíduos todos iguais. Eu tive um colega de trabalho japa (na verdade, era descendente, mas é japa. Que se dane se você não gostou) nos sacaneava dizendo, com sotaque, que “ocidental é tudo igual, né?” (o miserável nunca tinha ido ao Japão). Hoje isso é mal-visto, tido como racismo. Bem, até poderíamos aceitar como racismo, mas isso porque somos programados para identificar gente como nós. “Pessoas como nós” é garantia que não seremos atacados pela tribo vizinha, o que faz sentido num mundo com alguns milhares de seres humanos totalmente espalhados, mas é o tipo de informação gravada em nosso cérebro.

Então, temos o sentimento que quem não é igual a nós, é tudo a mesma coisa, mas será isso preconceito que se aprende? Pois, uma pesquisa mostra que não é tão simples assim.

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