Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.
A estrela possui um exoplaneta chamado Proxima Centauri b, que foi anunciado em 24 de agosto de 2016. Estima-se que como ele está em algo semelhante como a Goldlock Zone, possa ter vida lá, embora que ache que é muito cedo para afirmar isso.
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Qual o segredo da vida? Quais as moléculas que estavam presentes aqui? Elas podem ser encontradas em algum lugar no espaço? São coisas que bioquímicos e cosmologistas procuram responder. Buscando a nossa história a 27.000 anos-luz de distância, cientistas descobriram o que parece ser a chave que abrirá um cofre cheio de surpresas. Trata-se de uma molécula orgânica que não é nada comum, mas estava escondida numa nuvem de gás interestelar.
Nós não somos nada. estamos aqui simplesmente por causa de compostos químicos reunidos. Não há diferença entre eu, você e uma barata. Nossas químicas são basicamente a mesma; e toda ela veio de elementos produzidos mediante as temperaturas e pressões colossais atuando no interior de estrelas que há muito explodiram. Das cinzas às cinzas, do pó ao pó, do pó ao Homem, do Homem ao pó.