As diferenças genéticas entre grupos étnicos em busca de marcadores de Alzheimer

Você pensa que todos são iguais, mas isso não é verdade. E sim, etnias são diferentes, sendo que algumas têm maior ou menor tendência a certas doenças. Não, a Natureza não é racista, ela apenas é o que é. Por exemplo, pesquisas mostram que negros podem ser duas vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer do que brancos. Qual o motivo? Ninguém sabe, já que não havia mistura de diferentes etnias nas pesquisas. Ou se pesquisava brancos ou negros; dificilmente tendo um número expressivo de ambos dentro do mesmo grupo de pesquisa.

De repente, agora muda isso. Uma nova pesquisa conduzida pela Universidade de Washington em St. Louis identificou disparidades raciais entre afro-americanos e caucasianos no nível de um biomarcador-chave usado para identificar a doença de Alzheimer.

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Missionário foi importunar índios e acabou encontrando Jesus da forma que não queria

Existe burrice, existe estupidez, existe boçalidade, existe gente que vai pro Maraca ver final de Brasileirão com Vasco e Flamengo e aparece no lado da torcida do Flamengo com a camisa do time cruzmaltino. Tem gente que resolve ser terrorista. Tem gente que acha que ser professor é uma boa ideia e tem gente que acha maneiríssimo ir filmar traficantes numa festa de rua achando que não vai pegar nada. Agora, ninguém chegou ao nível hard de burrice do nível de um camarada chamado John Allen Chau. Ele era (notem o tempo verbal) um missionário cristão, o que já mostra que ele tem (na verdade, tinha) probleminhas. Ele achou que era uma EXCELENTE ideia ir catequizar uns índios no meio do mato numa ilha esquecida por Deus e nem o Diabo queria chegar perto.

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O homem que confundiu seu gato com outro gato

Isso pode parecer título do livro do Oliver Sachs, mas não. Se bem que tem (quase) tudo a ver. Estamos falando que um determinado senhor que teve sua virada virada por uma zica no cérebro. Esta zica (não confunda com o Zyka Vírus) fez com que este senhor não reconhecesse mais o seu gato como o seu gato. Era um intruso, um farsante, um espião illuminati, era um gato gatuno.

Isso que o pobre homem sofre é Síndrome de Capgrass, uma condição maluca que deixa o cérebro zuado, a ponto de não reconhecer parentes e mesmo a própria aparência, achando que todos foram substituídos por farsantes.

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Dona de casa mata a familia por achar que eram vampiros

Uma dona-de-casa de Silent Hill Notting Hill, ao que parece, não andava muito certa das ideias. Shelley Christopher, de 36 anos, surtou feio, surtou rude, pirou na batatinha, surfou no iogurte, deu boa noite pro poste e chamou gao de tio. Cismou que sua família era composta por vampirios, mas não aqueles vampiros boiolas que brilham no Sol, mas daquele vampirão malvadão, digno do Christopher Lee.

Shelley matou seu parceiro e sua filha de quatro anos de idade, para livrar o mundo das cáries… não! para evitar que o mundo está sendo tomado por vampiros.