Um estudo realizado na Nova Zelândia sugere que a evolução molecular dos mamíferos é mais acelerada em regiões de climas mais quentes. Os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Auckland analisaram pares de mamíferos da mesma espécie e descobriram que o DNA dos que vivem em climas quentes muda com mais rapidez.
Essas mudanças em que uma parte do código genético é substituída por outra – são conhecidas como “microevoluções” e representam o primeiro passo em direção à evolução. Segundo os pesquisadores, o estudo ajudaria a explicar a riqueza da biodiversidade dos trópicos, já que a taxa de evolução seria maior nessas regiões mais quentes. Continuar lendo “Evolução dos mamíferos é mais rápida em regiões quentes”

A elegante estrutura do DNA tem inspirado químicos durante décadas. Sua composição se restringe a quatro (apenas QUATRO!) bases nucleotídicas (ou simplesmente nucleotídios) que são, a saber, citosina, guanina, timina e adenina. São essas simples substâncias que produzem todas as variações genéticas conhecidas em cada organismo vivo, mediante seu emparelhamento. Com base nesse princípio, os cientistas têm feito alterações no DNA para uma variedade de finalidades. No entanto, um aspecto do comportamento natural do DNA tem sido um mistério que, aos poucos, vem sendo estudado: sua replicação.
Sanderson, biólogo da Universidade do Arizona, faz parte de um esforço para descobrir o parentesco entre o estimado de 500 mil espécies de plantas. Durante anos, os pesquisadores seqüenciaram o DNA de milhares de espécies vindas de selvas, tundras e gavetas de museus. Eles usaram supercomputadores para processar dados genéticos e coletaram pistas sobre como a diversidade atual de baobás, dentes-de-leão, musgos e outras plantas evoluíram ao longo dos últimos 450 milhões de anos.
Por Sergio Danilo Pena
Enquanto nos Estados Unidos a preocupação da polícia é tentar corresponder às expectativas dos programas nacionais de investigação forense, no Brasil ainda há um longo caminho a percorrer em busca da equiparação aos padrões internacionais de qualidade para as ciências forenses. As análises de DNA exemplificam bem esse quadro. Para obter os mesmos níveis de segurança dos exames realizados em laboratórios de referência no exterior, é preciso estabelecer rígidos padrões de qualidade, entre ele a calibração periódica de equipamentos, a coleta apropriada de material e o estabelecimento de procedimentos que minimizem as chances de troca acidental, ou proposital, de amostras.
Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.