Em 5 de novembro de 2015, uma catástrofe aconteceu. O rompimento da barragem de Fundão, no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do município de Mariana causou o que é considerado o pior desastre industrial dos últimos anos, com que causou o maior impacto ambiental do Brasil, com toneladas de lama tóxica abalando geral. Cobraram do Sebastião Salgado e ele veio com aquele migué de mudinhas mágicas.
O que poderíamos esperar que tenha se resolvido até agora?
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Em 2015, aconteceu uma das maiores catástrofes ambientais. Toneladas de barro, térrea e lixo tóxico desmoronaram com uma tromba d’água e aquela nojeira foi levada pela enxurrada, destruindo a cidade de Mariana e matando o rio Doce. O Sebastião Salgado, depois de muito pressionado, já que sua fundação recebe uma verba gordinha da companhia Vale do Rio Doce, de quem a Samarco é subsidiária, soltou um migué dizendo que ia ajudar a resolver. Quando eu apontei a estupidez disso, me xingaram, como sempre. O tempo passou e as mudinhas e matinhas ciliares do Tião resolveu algo? Lino, eu acho que não.
Em termos de escala evolutiva, esponjas são os animais menos evoluídos que existem na Terra, mas estão acima dos comentaristas de portais de notícias. Desde sempre, elas são conhecidas e muitas vezes usadas até para você tomar banho, apesar de hoje usarmos esponjas sintéticas, oriundas de materiais obtidos com o petróleo; petróleo este que se derramado causa grandes impactos ambientais e ninguém quer um manchão de óleo em suas praias.