
Você adora comemorar réveillon que eu sei. Cair de boca no peru, passar a mão na coxinha da galinha, encher a caveira d álcool e fingir que você não é cuzão por natureza, tudo foi culpa da manguaça. Agora, imagine celebrar o Ano Novo com um ensopado de cordeiro e beterraba, um banquete digno de um rei. Problema que nessa festança, o rei da Babilônia seria arrastado pelos cabelos, forçado a ajoelhar-se e levaria um tapa tão forte no rosto que precisaria chorar de verdade, ou ia dar muito ruim.
Bem-vindo ao Akitu, o festival de Ano Novo da antiga Babilônia, onde humildade real, mitologia sangrenta e banquetes elaborados se encontravam numa celebração que durava mais de uma semana. Continuar lendo “Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei”








Existe um mote que diz que Ciência se baseia em “Por quê?” e Engenharia se pergunta “Por que não?”. Junte os dois e dá as maravilhas como a desse caso. Uns malucos da Inglaterra tiveram uma brilhante ideia. Algo na linha (leia com uma batata na boca) “Angus! O que aconteceria se lançássemos uma torta em direção ao Espaço?”. “Eu não sei, Perkin. Isso e, deveras interessante. O que você acha, Melvin?”. “Perfeitamente exequível, senhores. Empenhemo-lo agora!”