Cidade americana aterrorizada com perseguição policial em altíssima velocidade

O que eu sempre gostei nos filmes policiais são as perseguições de carro. O bandido fugindo em altíssima velocidade. A polícia atrás. Todo mundo sendo um ás do volante, com manobras rápidas e frenéticas, tudo de tirar o fôlego. Mas aí a gente vem pro mundo real e vê uma das perseguições mais lerdas da face da Terra, com a polícia perseguindo um sujeito que roubara um caminhão de varrer rua.

Jogando um balde de água fria e sabão nas suas ideias de perseguições cinematográficas, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Sentar em cima de algo que vibra faz você dormir

O cérebro é zuado. Ele odeia tarefas maçantes ou repetitivas. Dirigir é um belo exemplo. Eu, por exemplo, ODEIO dirigir. Eu xingo mentalmente quando tenho que conduzir Miss Daisy. Algumas pessoas amam, mas sem nem saber o porquê. Só que o cérebro mesmo detesta isso. Ele gosta de informações novas. Quando não as tem, ele faz uma dessas duas coisas: desliga parcial ou totalmente.

O cérebro desliga parcialmente no efeito chamado Hipnose da Estrada. É um estado mental em que uma pessoa está dirigindo, sai do ponto A e chega no ponto B e só então se toca que não se lembra do que aconteceu no meio do caminho (maiores detalhes neste artigo do Cardoso). Só que quando o tosco do cérebro não faz isso, ele desliga o disjuntor e ZZZZZzzzzzZZZZZZZZZZZzzzzzzz Dorme. Mas o que dispara isso?

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Criminosas tentam acabar com Arábia Saudita de forma vil

Enquanto as pessoas estão tendo arroubos homéricos porque a Meghan, que não é princesa, mas duquesa (o que dá na mesma), entrou sozinha na igreja (só que não) por ser feminista (o pai está doente e não pôde viajar) e usa o seu vestido para ressaltar o BREXIT (é a bosta de um vestido branco!), autoridades sauditas mandaram sete defensoras dos direitos das mulheres ver Maomé nascer quadrado pela séria acusação de “tentar minar a segurança e estabilidade do reino… e erodir a unidade nacional”.

Esse negócio de dirigir carros realmente acabará com a família tradicional muçulmana e fará com que a Arábia Saudita decaia no barbarismo.

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O ranço contra um carro voador e um Homem das Estrelas

Ontem a SpaceX fez algo maravilindo. Mandou um carro para o Espaço. Quer, dizer, não como Brasil fez com seus profissionais na base de lançamento em Alcântara. Ela realmente mandou um Tesla Roadster para a Fronteira Final no num Falcon Heavy, um foguetão modafóca que só perde para o Saturno V, o foguetão ultramegablastermodafóca que levou o Homem à Lua. Foi a vitória da persistência e sagacidade humana. Finalmente pode-se dizer: Em 1980 achávamos que no século XXI teríamos carros voadores. Hoje, nós temos:

Antes de continuar. Dê o play na música:

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Modelos computacionais ajudam a diminuir caos causado por semáforos

Às 9 horas e trinta minutos desta quinta-feira (1º de fevereiro), São Paulo teve um hiper-ultra-megablaster engarrafamento entre as avenidas Faria Lima e Juscelino Kubitschek, por causa de uma falha no semáforo que zuou com todo o trânsito de uma cidade com o trânsito mais que zoado.

Um simples semáforo não é para tanto, né? Sim, é. Por isso que eles obedecem a critérios bem definidos de mudança de estado (aberto/fechado), com rigor matemático (bem, aqui no Brasil deveria). Isso já é estudado por modelos matemáticos há mais de 60 anos e, à medida que as cidades crescem, mais necessário é que haja estudos aprofundados sobre isso.

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