Equipe de Fórmula 1 patrocina mão biônica a fã de 14 anos

Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.

Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…

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Rumo a um diagnóstico não invasivo

Identificada na urina molécula que pode indicar surgimento e progressão do câncer de próstata

Uma descoberta feita por pesquisadores norte-americanos poderá trazer uma alternativa ao exame de próstata, um tabu que ronda muitos homens que chegam aos 40 anos. A identificação de uma molécula presente na urina cujos níveis estão associados à progressão do câncer de próstata pode dar origem no futuro a um método simples e não invasivo para detectar a doença, prever sua agressividade e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado.

Esta é a primeira vez que uma molécula relacionada ao câncer de próstata – o mais frequente entre os homens – é detectada na urina. Hoje a doença pode ser eficientemente diagnosticada por meio do exame de toque retal e da medição dos níveis da enzima PSA no sangue. Mas suas características variam entre os pacientes, o que dificulta a identificação daqueles com maior risco de progressão da doença. Continuar lendo “Rumo a um diagnóstico não invasivo” →