Por que fêmeas vivem mais do que machos?

Nós, homens, temos muitos problemas. Em relação às mulheres, temos muitas desvantagens, como por exemplo, ninguém dar lugar pra gente no ônibus, mesmo que estejamos com uma mala do tamanho de um Boeing, enquanto que mulheres de bolsinha são prontamente instadas a sentarem, senão isso, há quem ofereça para segurar suas minúsculas bolsas. Obviamente, eu nunca seguraria mochila de marmanjo também.

Mas as mulheres possuem organicamente mais vantagens, como maior longevidade. Pesquisadores no Japão descobriram que ratos fêmeas produzidas utilizando material genético de duas mães, mas nenhum pai (exato, não houve fuc-fuc. Foi quase um nascimento lésbico) vivem significativamente mais do que os ratos com a mistura normal de genes maternos e paternos. Seus resultados fornecem a primeira evidência de que os genes do esperma pode ter um efeito prejudicial na esperança de vida dos mamíferos. Isso é, no mínimo, aterrorizante. Continuar lendo “Por que fêmeas vivem mais do que machos?” →

Pesquisadores franceses criam pele com células-tronco humanas

Pesquisadores franceses afirmaram ter descoberto uma forma de usar células-tronco embrionárias humanas para criar pele nova, que poderia ser usada em vítimas de queimaduras graves. De acordo com os pesquisadores do Instituto de Terapia com Células-Tronco de Evry, na França, as células-tronco podem ser cultivadas e transformadas em pele em 12 semanas. Esta pele de células-tronco poderia resolver os problemas de rejeição que os pacientes com queimaduras sofrem atualmente.

Christine Baldeschi, que liderou o estudo, afirmou que os resultados são promissores, e que a nova técnica poderá levar à criação de um “recurso ilimitado para a substituição temporária da pele em pacientes com grandes queimaduras, que aguardam enxertos”. Continuar lendo “Pesquisadores franceses criam pele com células-tronco humanas” →

Cientistas israelenses resolvem problema erétil com choques elétricos

Essa doeu em mim, apesar de não ter motivos para preocupação (mas vai saber mais pro futuro, com meus 80 anos?). Um estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com… choques elétricos no pênis.

Não tente disfarçar. Você TAMBÉM colocou a mão lá e murmurou UFFF!

Imagine, que um belo (belo?) dia você percebe que não é mais o mesmo. Assim, como remédio para resolver a questão, você vai numa clínica subsidiada pelo DOPS e lá aplicam um choque no seu companheiro de longa data, ou seja, eletrocutam o seu pinto!

Esta eletrizante notícia recebeu qualificação QUARTA INSANA! Continuar lendo “Cientistas israelenses resolvem problema erétil com choques elétricos” →

Novos estudos desvendam os segredos do archaeopteryx

O archaeopteryx sempre foi uma pedra no sapato dos pobres coitados que acham que o mundo veio do nada, onde as plantas apareceram antes do Sol e das estrelas. Ele foi até taxado como sendo uma fraude, mas como sempre, estavam errados. Ele é real, ele existe e foi um marco na história biológica, pois foi um dos primeiros fósseis intermediários encontrados, logo após a publicação da Origem das Espécies, de tio Darwin. Talvez, por isso, tenha havido um certo ceticismo sobre sua veracidade, mas exames e análises determinaram sua autenticidade.

Nosso amiguinho, classificado como sendo uma ave, semelhante a um corvo – escavado no sul da Alemanha, em 1860 – tinha penas, e um osso bifurcado (o chamado “osso da sorte”) como os pássaros atuais. Até aí, nada de novo, diriam alguns. Pássaro é pássaro. O problema é que ele possuía dentes e uma cauda longa e óssea, como os répteis. Ops! No entanto, modernas pesquisas, empregando tecnologia de ponta, está a ponto de mudar a denominação do archeopterix; de espécie de ave intermediária entre dinossauros e aves, para espécie de dinossauro intermediário entre dinos e aves. Continuar lendo “Novos estudos desvendam os segredos do archaeopteryx” →

O homem moderno é um fracote, diz cientista

Diz a verdade: Depois de correr de manhã, puxar ferro por umas duas horas, fazer step, aeroboxe e ficar rebolando em alguma academia, tentando enganar que está malhando, você acha sinceramente que é o tal, com seu muque inchado, onde você tatua algum bicho malvado, tentando impressionar acéfalas? Você é digno de risos! De longe perderia para um primo seu da Antiguidade. Até mesmo uma mulher neanderthal te surraria tranquilo, amiguinho. Você não passa de um molenga, um molóide, um panaca que só fez encher o rabo de anabolizante e agora nem precisa se preocupar se a cueca tá apertando, pois tudo lá embaixo encolheu… não que você fosse usá-lo para algo além de canal excretor.

O antropólogo australiano Peter McAllister (não, não tem nada a ver com Lee Van Cleef) resolveu desbancar os machões com seu novo livro: Manthropology, com um subtítulo bem provocador: “A ciência secreta do inadequado homem moderno”, onde ele compara dados antropológicos e fisiológicos entre homens da era atual com os que viveram na Antiguidade, ou mesmo da pré-história. E, pelo jeito, estamos em sérias desvantagens… Continuar lendo “O homem moderno é um fracote, diz cientista” →

Fóssil encontrado nos traz mais informações sobre os antepassados dos seres humanos

Bem-vindos a mais um capítulo da história da humanidade. Há muito tempo, há cerca de 4,4 milhões, numa galáxia que trata-se da nossa mesma, um hominídeo caminhava pela Terra, mas não na cidade de Tóquio. Este indivíduo recebeu o nome de Ardipithecus ramidus (retratado artisticamente na ilustração ao lado: clique para ampliar), o qual vivia nas florestas na Etiópia pré-histórica. Quinze anos atrás, o Dr. Tim White, da Universidade de Berkeley, chefiando uma equipe de cientistas etíopes e norte-americanos, publicou o primeiro relato do Ardipithecus, que acabara de descobrir. Mas era apenas um relatório preliminar, e White prometeu mais detalhes mais tarde, uma vez que ele e seus colegas tinham cuidadosamente preparado e analisado todos os fósseis que haviam descoberto. Esse “mais tarde” foram esses 15 anos, mas a Ciência não tem pressa. Continuar lendo “Fóssil encontrado nos traz mais informações sobre os antepassados dos seres humanos” →

Governo dos EUA quer refrear pesquisas tidas como idiotas

O anúncio do governo norte-americano de reprimir as pesquisas consideradas “irrelevantes” deixou preocupado aq nós, entusiastas das maiores pérolas científicas premiadas pelo IgNobel – uma sátira do prêmio Nobel que é dada para as descobertas científicas mais estranhas e bizarras do ano -, oferecido pela revista Anais das Pesquisas Improváveis (Annals of Improbable Research, em inglês).

O jornal Telegraph, que anda competindo com a BBC pelas notícias mais estranhas, relembra os mais esquisitos estudos na lista que vocês poderão ver abaixo. Esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Governo dos EUA quer refrear pesquisas tidas como idiotas” →

Descoberto o mais antigo fóssil intermediário entre dinossauros e aves

Adoro boas notícias para o fim-de-semana. Ainda mais quando uma dessas notícias vai deixar um bocado de gente com uma azia atômica! Quem traz esta notícia são nossos amigos de olhinhos puxados, que apresentaram o fóssil mais antigo que de um dinossauro com penas, fazendo com que o Archaeopteryx se torne um menininho, pois o fóssil do Anchiornis huxleyi foi datado como 150 milhões de anos.

Em resumo: SENTEM E CHOREM, CRIAS!

(mas não existem fósseis transitórios, o Anchiornis huxleyi não é pássaro, Jesus é o Senhor, vocês vão pro Inferno… #mimimimi) Continuar lendo “Descoberto o mais antigo fóssil intermediário entre dinossauros e aves” →

A conquista do Pólo Norte e os problemas de acreditar sem provas

Li um artigo de John Tierney para o The New York Times em sua coluna Findings sobre a suposta conquista do Pólo Norte por Frederick A. Cook e Robert E. Peary. O artigo era intitulado “A Clash of Polar Frauds and Those Who Believe”, que em uma tradução séria seria vertido para “Um choque de fraudes polares e aqueles que acreditam”, onde o Terra teve a delicadeza de alterar para “Chegada ao Pólo Norte em 1909 foi maior fraude da Ciência“. Claro que não perderei meu tempo com tradutores e suas manchetes bombásticas, já que eles precisam chamar a atenção e, bem, sabemos como brasileiro adora mudar títulos e o cinema é uma prova maravilhosa disso.

O artigo versa sobre como os dois exploradores arrancaram uma grana de alguns patrocinadores – o The New York Times (vamos abreviar para NYT) era patrocinador de Robert Peary, e aposto que ainda deve guardar rancor até hoje – sem que tivessem realizado absolutamente nada. O artigo menciona que isso foi “uma grande fraude na ciência”, mas que a tradução retardada do Terra traduziu como “uma grande fraude da ciência”. Aliás, é um artigo interessante, ainda mais que ele exprime algo que nós, difusores do pensamento científico, tanto adoramos: provas e evidências. E foi justamente isso que os dois pseudo-exploradores não apresentaram. Continuar lendo “A conquista do Pólo Norte e os problemas de acreditar sem provas” →

O cimento revela seus segredos

Presente tanto em casas de ricos quanto nas de pobres, em muros de casas e de presídios, em hospitais e quartéis. Não saberíamos, hoje, realizar nenhuma construção sem o auxílio dele, o cimento. Na Grécia e Roma antigas, as construções eram feitas com pedras (em geral mármore, mas que dependia da edificação em questão) unidas por argamassa, consistindo em cal extinta – hidróxido de cálcio, Ca(OH)2 – misturado com areia e água, formando uma massa espessa. Exposta ao ar, essa mistura vai perdendo a água e solidifica-se ao absorver o CO2 da atmosfera formando carbonato de cálcio (CaCO3). Contudo, este processo é muito lento. Só para se ter uma idéia, alguns edifícios romanos de mais de 2000 anos possuem núcleos de cal extinta que não tinha reagido ainda no interior da argamassa. Que coisa, não? Continuar lendo “O cimento revela seus segredos” →