
Imagine um futuro no qual pequenas sondas espaciais, impulsionadas por finíssimas velas de luz, viajam a velocidades incríveis pelo espaço interestelar. Algo saído do conto Vento Solar, de Arthur Clarke. Entretanto, essa ideia está mais próxima da realidade do que você imagina, graças ao trabalho inovador de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). Continuar lendo “Velejando até a segunda estrela à direita, depois do amanhecer”






Eu nem vou perder meu tempo explicando que nossa atmosfera é composta por 78% de nitrogênio. Todo mundo sabe isso, pois isso é ensinado no Ensino Fundamental. A não ser que você seja astrônomo formado no Brasil, aí é capaz de nem saber o que é ar, água e o Círculo de Fogo. Só tem um probleminha: esse nitrogênio teve que vir de algum lugar. De onde veio esta bagaça?
Eu gosto de nuvens. De todos os tipos! Como simples vapor d’água condensado em altitudes superiores podem ser fantásticas? Assumindo diferentes formas, é claro. Elas nunca são as mesmas, nunca parecem iguais, mesmo quando estão enquadradas no mesmo tipo. O vento, a umidade, o fluxo de ar ascendente, o ângulo da luz que bate nelas… tudo faz com que cada nuvem seja mágica, única.