IA coloca ratos bem dotados com pintos deformados numa pesquisa um tantinho questionável

Blábláblá, o avanço da inteligência artificial blábláblá trouxe uma série de promessas e possibilidades blábláblá produção de conteúdo científico. Tá sempre o mais do mesmo sobre o uso da IA para produzir conteúdo (tá cheio de canal no Tubo dizendo como você vai ficar rico ganhando dinheiro com canal dark (sem que você apareça), enquanto eles ganham dinheiro ensinando como você vai ganhar dinheiro. O que está acontecendo é um monte de preguiçosos usando IA e até cientista está indo por aí, como o caso do Zé Ruela que fez um artigo feito nas coxas da IA, em que as imagens são… digamos… algo bem diferente do que você iria esperar de uma artigo científico.

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Veja só o problema dessa mão

O uso de imagens  criadas por Inteligência Artificial está se disseminando. Eu mesmo faço uso delas de vez em quando, e é uma mão na roda para quando eu preciso de imagem e não encontro a que eu quero. A saída é eu mesmo produzir as imagens. E pelo visto, outros estão fazendo uso dela, inclusive revistas como a Veja, só que tem uns probleminhas na hora de gerar as imagens se não tomar cuidado.

Apontando os dedos (todos os seis) para as coisas erradas nas editorias de imagem, esta é a sua SEXTA INSANA!

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A Inteligência Artificial que ajudou a dizer adeus

Eu vi uma postagem no Reddit e eu fiquei pensando. Era um relato triste e fascinante, para se falar o mínimo, pois é algo que tem tantas camadas que não sei direito o que pensar ou como classificar. É o relato de alguém que deu adeus à sua mãe por seu passamento, mas o fez tempos depois dela ter falecido; entretanto, ele conseguiu fazer isso com a ajuda da Inteligência Artificial.

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A IA que traduz tablets cuneiformes de 5.000 anos

Tradução não é simplesmente uma questão de trocar uma palavra por uma palavra correspondente em outro idioma. Uma tradução de alta qualidade requer que o tradutor entenda como ambas as línguas unem pensamentos e, em seguida, use esse conhecimento para criar uma tradução que mantenha as nuances linguísticas do original, que os falantes nativos entendem sem esforço. Continuar lendo “A IA que traduz tablets cuneiformes de 5.000 anos”

Turista, manguaça e a falta de inteligência

Em uma demonstração impressionante de cultura e respeito à fauna marinha, um turista aparentemente intoxicado na Flórida decidiu que a melhor forma de interagir com a vida selvagem seria através de uma estátua de peixe-boi em um restaurante local. Nada como um pouco de vandalismo etílico para apimentar uma noite tranquila de jantar. Continuar lendo “Turista, manguaça e a falta de inteligência”

Uso de Inteligência Artificial por gente que não quer pagar profissional e outras providências

Em tempos de Era Digital, há um fantasma que assombra a tudo e a todos. O fantasma de violação de direitos autorais. O fantasma da preguiça. O fantasma de gente que se recusa a pagar pelos serviços, preferindo sites que façam o trabalho de forma tosca, quando um profissional faria melhor, mas teria que ser remunerado. Como assim as pessoas não querem pagar por um profissional para produzir o que querem? Isso é um verdadeiro absurdo.

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A musa da dança dançando de verdade

Terpsícore é uma das nove musas, filha de Mnemósine, a Memória, e Zeus. Ela é a musa da Dança e Corais. Normalmente, é representada segurando uma lira e um plectro, ou palheta, como queira. A saber, as outras musas eram voltadas para a Poesia Épica, História, Poesia Lírica, Música, Tragédia, Música Cerimonial (sacra), Comédia, Astronomia e Astrologia. Elas aparecem na Teogonia de Hesíodo.

Em tempos de Inteligência Artificial, gostaríamos de saber como seria ver Terpsícore dançando. Seus pedidos foram atendidos.

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Robôs, arte e celeumas atuais

Acompanhei uma conversa hoje sobre uso de Inteligência Artificial para produzir arte. Já um monte de gente falou isso. É arte mesmo? Já ganharam prêmios em concursos usando imagens geradas por IA; ganhou, mas não levou. Todo mundo está discutindo isso. O Cardoso já postou isso. Tá, todo mundo está falando disso, com a mesma discussão de sempre, mas eu estava pensando por outro lado. Como definir o que é arte e como diferenciá-la do que não é arte, apenas meras imitações ou engodo?

O que faz arte ser arte e se sobressair?

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O falso preconceito da Inteligência Artificial que possui uma inteligência falsa e nem artificial é

Vi um artigo do Ronaldo no Meio Bit que eu morri de rir. Já comecei rindo no título. Eu gosto dos textos do Ronaldo, mas este em especial é absurdamente idiota em toda a sua extensão e por todos os motivos. Mal aê, Ronaldo, mas eu sou honesto, cara. O título do artigo é IAs continuam reproduzindo preconceitos humanos.

Se você não entendeu a parte engraçada, eu irei explicar. Se entendeu, irei explicar também. Isso é um blog, cacete. É justamente para eu escrever, ora bolas! Continuar lendo “O falso preconceito da Inteligência Artificial que possui uma inteligência falsa e nem artificial é”