Centenas de cientistas dos Estados Unidos firmaram um abaixo-assinado contra a recente decisão internacional de retirar o status de planeta de Plutão.A rebelião astronômica mostra que o debate sobre a definição dos planetas deve prosseguir. O pivô da polêmica é o pequenino corpo gelado nos confins do Sistema Solar, que era considerado o nono planeta até a votação da semana passada na reunião da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). Continuar lendo “Cientistas dos EUA contestam rebaixamento de Plutão”
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Eletroquímica
Atualmente, em cada parte que se olhe, a eletroquímica se faz presente. Desde a rede elétrica que abastece as nossas casas, até as pilhas usadas em lanternas. Desde a bateria de celulares, passando por processos de galvanização, produção industrial de alumínio, notebooks etc. O mundo precisa da energia elétrica emais ainda de produzi-la.
Como a energia elétrica é produzida? Como podemos usá-la na química? Continuar lendo “Eletroquímica”
Mecânico cria detector de gasolina falsa
Um mecânico de Indaiatuba, na região de Campinas (a 95 km de São Paulo), tenta a aprovação na Agência Nacional de Petróleo (ANP) de um equipamento que pode revelar, na hora do abastecimento, se a gasolina é ou não adulterada, informou a EPTV. Foram seis anos de pesquisa e trabalho para que Roberval Cozzolino desenvolvesse o “combustímetro”. Continuar lendo “Mecânico cria detector de gasolina falsa”
Superfícies com certos polímeros podem matar vírus e bactérias
Pesquisa publicada na revista “PNAS” mostra que objetos comuns poderiam combater vírus como o da gripe com um simples contato
Certos polímeros insolúveis em água e com cargas positivas, se forem utilizados para recobrir superfícies, podem matar em apenas cinco minutos vírus como o da gripe e bactérias, com 100% de efetividade, segundo a descoberta de um grupo de cientistas. Continuar lendo “Superfícies com certos polímeros podem matar vírus e bactérias”
Descoberta latrina dos autores dos Manuscritos do Mar Morto
<img src=”https://ceticismo.net/wp-content/uploads/2006/11/lombriga.jpg” alt=”lombriga.jpg” style=”margin:4px;” align=”left” border=”0″ /><em>Entre os parasitas intestinais encontrados no local, havia ovos de lombriga e tênia.</em>
Uma antiga seita judaica, à qual é atribuída a autoria dos Manuscritos do Mar Morto, seguia regras religiosas tão rígidas para defecar que seus membros acabaram cheios de parasitas, de acordo com pesquisadores que desenterraram a latrina dos essênios. O trabalho é comentado no serviço de notícias online <em>news@nature</em>.<!–more–>
A descoberta da latrina, argumentam os responsáveis pela pesquisa, poderá oferecer a ligação definitiva entre a seita dos essênios e os manuscritos, os mais antigos textos bíblicos já encontrados.
Os manuscritos descrevem regras rígidas sobre a defecação: ela teria de ser feita fora da visão dos demais membros do grupo, às vezes até a 1,4 km de distância, a noroeste. Depois disso, o essênio era obrigado a enterrar as fezes e a tomar um banho ritualístico.
Na região de Qumran, onde, acredita-se, viviam os essênios e perto de onde os manuscritos foram encontrados, essas instruções levariam o homem até um local reservado, atrás de um morro baixo. Segundo o arqueólogo Joe Zias, da Universidade Hebraica de Jerusalém, o lugar mostra os sinais de uma latrina – e uma usada por pessoas não muito saudáveis. Entre os parasitas intestinais encontrados no local, havia ovos de lombriga e tênia.
Mas não foram os vermes reunidos na latrina o que realmente prejudicou a saúde dos essênios, e sim os acumulados na área do banho ritual: a única piscina próxima era um lago de águas estagnadas, onde os essênios se lavavam continuamente.
O saneamento na época era bom, e só uma forte devoção religiosa levaria alguém a se afastar tanto da cidade para defecar, diz o arqueólogo, citando o fato como evidência da presença de essênios no local.
<em>Fonte: <a href=”http://estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/nov/13/283.htm” target=”_blank”>http://estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/nov/13/283.htm</a></em>
Robô inteligente é resultado natural da evolução das espécies, diz Kurzweil
Por Ricardo Anderaos
Em palestra ministrada na PUC-SP, através de equipamento de telepresença criado por empresa norte-americana, o escritor Ray Kurzweil fala sobre a web dentro de nós e especula sobre a união entre as máquinas e nossas mentes. Continuar lendo “Robô inteligente é resultado natural da evolução das espécies, diz Kurzweil”
Pesquisadores sugerem que a origem da vida era inevitável
<img src=”https://ceticismo.net/wp-content/uploads/2006/11/origemdavida.jpg” alt=”origemdavida.jpg” style=”margin:4px;” align=”left” border=”0″ /><em>Por <a href=”http://estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/nov/14/329.htm” target=”_blank”>Carlos Orsi</a></em>
<em>A idéia oferece uma conseqüência previsível: todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão gerando os princípios da vida.</em>
A origem da vida na Terra costuma ser vista como um fenômeno único e altamente improvável, requerendo uma cadeia complexa de materiais, energia disponível e muita sorte. Mas, agora, dois cientistas americanos sugerem que, na verdade, a vida é um fenômeno inevitável, como um relâmpago que surge quando há uma diferença muito grande de carga elétrica entre nuvens e solo. <!–more–>A vida serviria, ainda, a uma função análoga à do raio: permitir a dissipação de energia acumulada.
Em artigo divulgado pelo Santa Fe Institute, Harold Morowitz e Eric Smith sugerem que, da mesma forma que raios são estruturas que surgem por conta de diferenças de voltagem, e permitem a dissipação dessas diferenças, os processos químicos da vida surgem por conta de diferenças de energia acumuladas em processos geológicos, como erupções vulcânicas, e atuam de forma a dissipar esses acúmulos.
Os pesquisadores argumentam que a geoquímica da Terra, em seus primórdios, gerava grandes acúmulos de energia sob a forma de diversos tipos de moléculas, e que a vida – por meio do metabolismo – foi o canal encontrado para dissipar essa energia, do mesmo modo que raios dissipam potencial elétrico e furacões dissipam diferenças de temperatura.
Em seu artigo, os cientistas argumentam que “um estado da geosfera que inclui a vida torna-se mais provável que um estado puramente abiótico (sem vida)”, já que os seres vivos atuam consumindo a energia acumulada no ambiente.
Desse modo, o surgimento dos seres vivos teria sido um “colapso para uma maior estabilidade” no planeta.
Morowitz e Smith reconhecem que ainda não têm todo o aparato teórico necessário para desenvolver a hipótese da “vida inevitável” em maiores detalhes, mas sua idéia oferece uma conseqüência previsível: a de que todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão desenvolvendo, pelo menos, os estágios iniciais da vida.
Cabos e tomadas podem virar coisa do passado
Por Jonathan Fildes
O emaranhado de fios e tomadas necessários para recarregar os acessórios eletrônicos atuais podem em breve se tornar uma coisa do passado.
Pesquisadores americanos esboçaram um sistema relativamente simples que poderia carregar equipamentos como computadores laptop ou tocadores de MP3 sem o uso de fios. Continuar lendo “Cabos e tomadas podem virar coisa do passado”
O Dilúvio desmascarado
Uma das estórias mais absurdas do Velho Testamento com certeza é a que relata a estória do dilúvio. Um besteirol sem limites, digno das mais profundas fantasias de uma psique desvairada da natureza humana. E tem gente que afirma por A + B que aquilo lá ocorreu tal como descrito.
AQUI analisaremos os absurdos científicos, geográficos e históricos. Stay with us.
Polegares de Panda
por Eduardo Augusto Geraque
Diferença entre divulgação científica e jornalismo de ciência deve ser mais explicitada.
O biólogo e divulgador da ciência Stephen Jay Gould mostrou em seu livro O polegar do panda que a evolução da vida sobre a Terra pode ser mais bem explicada pelo modelo dos equilíbrios pontuados do que pelo gradualismo, o modelo defendido por Charles Darwin. Em vez de pequenos saltos, o mais sensato seria imaginar que as “linhagens mudam pouco durante a maior parte da sua história, mas eventos de especiação rápida ocasionalmente pontuam essa tranqüilidade. A evolução é a sobrevivência diferencial e o desdobramento dessas pontuações. O processo pode demorar centenas e até milhares de anos”. Continuar lendo “Polegares de Panda”
