A história da conquista do vôo humano tem inúmeros personagens e não pode ser contada por um único homem. Das mitológicas asas de penas de Ícaro e Dédalo aos primeiros engenhos voadores do século XVIII, o sonho de voar foi acalentado durante séculos.
Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont (1873-1932) sobe com o 14-Bis a uma altura de 3 metros e percorre 60 metros, observado por uma multidão boquiaberta em Paris. O elegante e generoso inventor, que no começo do século já previa o uso de aviões para transportar passageiros, constrói e faz voar o primeiro avião da história.
Por improvável que possa parecer tudo talvez tenha começado com a inclinação do eixo da Terra. A sucessão das estações, quase sempre, restringia a oferta de alimentos. Com isso, manadas deslocavam-se para regiões mais promissoras e, no rastro de animais em migração, seguiram os primeiros bandos de caçadores humanos. Continue lendo »

O termo Dimensão costuma gerar muita confusão com o pessoal leigo ou não técnico, e exatamente por esse motivo é explorado por místicos, profetas da nova-era, pretensos paranormais e mesmo, “vigaristas científicos”, pessoas que só falam ficção com o intuito de se mostrarem como gênios perante os demais.
C. Dennis McKinsey
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Uma das maiores preocupações do mundo diz respeito à produção de alimentos. O principal problema, depois da água, é a ausência de solo cultivável em todos os recantos do planeta. Mas, as pessoas precisam ser alimentadas; o que fazer? A saída seria uma técnica de plantio sem a necessidade de se empregar o solo. Isso é possível? Sim, é. A hidroponia (cujo significado literal é “trabalho em água”) é uma técnica de plantio onde o solo é dispensável; voltada principalmente para o cultivo de verduras, frutos e até mesmo flores.
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?
Atualmente, em cada parte que se olhe, a eletroquímica se faz presente. Desde a rede elétrica que abastece as nossas casas, até as pilhas usadas em lanternas. Desde a bateria de celulares, passando por processos de galvanização, produção industrial de alumínio, notebooks etc. O mundo precisa da energia elétrica e mais ainda de produzi-la.
Tão importante como um tubo de ensaio, a tabela periódica é um importante instrumento de auxílio para o químico. Recomenda-se que não se saia de casa sem ela… Ela é necessária, pois decorar as informações de todos os elementos seria impossível. Mas, como foi que surgiu esta poderosa ferramenta de consulta?
Esses toscos religiosos não têm jeito. Se fosse casos isolados, tudo bem. Mas, pombas, a cada 5 minutos aparece uma notícia de um desgramado fio duma égua atacando crianças.
Uma equipe de arqueólogos americanos encontrou o fóssil de um sapo pré-histórico gigante, que seria capaz de comer filhotes de dinossauro existentes em sua época. O “sapo diabo” (muaaaaahahahahahahaha), como foi batizado, além de ser do tamanho de uma bola de boliche, possuía uma grande boca e mandíbulas poderosas.