Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.
A pesquisa, publicada na revista especializada American Journal of Human Biology, sugere que níveis mais altos do hormônio sexual feminino estrogênio podem ser a causa do problema. Continuar lendo “Mães com quadris largos aumentam risco de câncer de mama na filha”

Grandes romances e filmes de sucesso já falavam disso. Os médicos sempre desconfiaram. E agora um estudo feito junto a nove mil funcionários públicos britânicos confirma que é possível morrer devido a um “coração partido”.
Todos os povos primitivos desenharam para si um herói. Alguém que trouxesse todas as virtudes: forte em todos os sentidos, honesto e de grande moral. Servindo como baluarte entre o povo em questão e a completa destruição (tanto física, quanto moral) do referido povo.
Pesquisadores americanos conseguiram reverter os danos neurológicos causados pela esclerose múltipla em ratos de laboratório e esperam que a descoberta possa levar a novos tratamentos para a doença.
A inventora de uma técnica para extrair fragrância de baunilha do estrume de vaca, os criadores da arma química chamada “bomba gay” e a bióloga que esmiuçou as dobras dos lençóis estão entre os ganhadores do prêmio IgNobel de 2007.
Pesquisadores italianos afirmam ter descoberto o papel de uma proteína que pode ser fundamental no combate à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. A revelação do novo mecanismo imunológico pode até ajudar na criação de uma vacina anti-Aids. A proteína seria capaz de potencializar a criação de anticorpos contra o vírus HIV e pode representar um avanço importante para a medicina.
Na noite de 29 de dezembro de 1959, o físico norte-americano
As crianças sacrificadas em rituais incas parecem ter sido “engordadas” num regime especial que durava cerca de ano, afirma uma nova pesquisa. É o que parecem revelar os cabelos da cabeça e os guardados em pequenas bolsas que acompanharam quatro múmias de crianças em seu túmulo gelado nos Andes.
A orquestra toca e uma mulher loira de proporções consideráveis, com tranças amarradas com fitas e vestindo um colete de metal dourado e um capacete com chifres caminha em direção ao centro do palco. Seu busto cresce à medida que toma fôlego; ela abre a boca cuidadosamente delineada com batom e, como um terremoto, emite uma poderosa nota. Taças de champanhe estouram, monóculos racham, os lustres de cristal explodem com a força da voz destruidora. A cena é comum em vários desenhos animados e comédias, mas será que essa piada tem um fundo de verdade? Será que uma cantora de ópera tem o poder de romper vidros com o som da própria voz?
Você que estremece só com a idéia de ter que tomar uma picada logo poderá suspirar tranquilo: a tecnologia de cartuchos de tinta pode ser utilizada para injetar medicamentos sem dor através da pele com um adesivo no braço. O dispositivo utiliza um sistema patenteado pela HP para enviar as drogas por minúsculas agulhas que não vão profundamente o suficiente para acionar os receptores de dor.