Etiquetas inteligentes ficam mais inteligentes

Por Mark Alpert

A proliferação de dispositivos de identificação de rádio-freqüência (RFID) durante a última década tem sido nada menos do que incrível. Mas uma das promessas mais abrangentes da revolução RFID – a de que esses dispositivos irão substituir o onipresente código de barras – ainda não se realizou devido ao custo. Então pesquisadores vêm tentando construir RFIDs de um material mais barato: plástico. Continuar lendo “Etiquetas inteligentes ficam mais inteligentes”

Robôs em Movimento

rabbit.gifPor Brie Finegold

Em outubro de 2005, equipes ficaram assistindo enquanto robôs tentavam navegar pelo acidentado terreno do deserto de Mojave, como parte de um desafio patrocinado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa (Darpa). O desafio do ano anterior tinha sido interrompido porque nenhum dos competidores completara mais do que 5% da corrida de 241,5 quilômetros. Mas no ano passado tudo mudou. Quatro robôs completaram a corrida em menos de dez horas, e o vencedor, o robô da Equipe de Corrida de Stanford, carinhosamente chamado de Stanley, atingiu velocidades tão altas quanto 61 quilômetros por hora. Essa mudança de sorte drástica pode ser atribuída a avanços no software e nos sensores. Continuar lendo “Robôs em Movimento”

Nasa pode ter encontrado vida em Marte, diz estudo

marte.jpgAP e BBC Brasil

Duas sondas da Nasa que visitaram Marte há 30 anos podem ter encontrado vida alienígena na forma de micróbios e inadvertidamente tê-la matado, de acordo com a teoria de um cientista.

As sondas Vikings, de 1976 e 1977, estavam procurando pelo tipo errado de vivo, então não reconheceu quando a encontrou, disse o professor de geologia Dirk Schulze-Makuch, da Universidade do Estado de Washington.

A teoria foi apresentada em um estudo entregue em um encontro da Sociedade Americana de Astronomia, em Seatle, Estado de Washington, nos Estados Unidos. A pesquisa foi divulgada neste domingo. Continuar lendo “Nasa pode ter encontrado vida em Marte, diz estudo”

Começa a funcionar o detector brasileiro de ondas gravitacionais

detectorgravitacional.JPGPor Carlos Fioravanti

Ecos da gravidade

Quando sobra tempo, o físico Sérgio Turano de Souza toca guitarra em uma banda de rock. Já não é lá muito assíduo aos ensaios e agora talvez tenha de faltar um pouco mais porque é um dos responsáveis pelo Detector de Ondas Gravitacionais Mario Schenberg, um equipamento único no país que começou a funcionar experimentalmente no dia 8 de setembro, sem hora certa para imprevistos. Por enquanto não houve nenhum – ao menos nenhum tão desalentador quanto o transbordamento do lençol freático, seis anos atrás, sobre o fosso que era cavado para abrigar o detector. Em um dos galpões do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) começava então a etapa realmente concreta da perseguição às ondas que, se encontradas e se forem pulsadas em vez de contínuas, poderão mostrar que podem de fato existir as partículas elementares conhecidas como grávitons, por enquanto só previstas teoricamente, às quais se atribui a força da gravidade. Continuar lendo “Começa a funcionar o detector brasileiro de ondas gravitacionais”

Detector de mentiras para Skype

detectorcut.JPGUma nova solução pode trazer tranqüilidade àqueles que desconfiam do que as pessoas dizem em conversas on-line. Um detector de mentiras desenvolvido por uma companhia high-tech de Israel se diz capaz de permitir essa verificação. Continuar lendo “Detector de mentiras para Skype”

Sonoridade do Universo

Por Ulisses Capazzoli

Houve um tempo que se disse que o Pink Floyd – uma das lendas da história do rock – era uma banda tão underground que se as minhocas quisessem vê-los,deveriam olhar pra baixo. O Pink Floyd sempre esteve associado ao rock progressivo, fusão de sonoridades com raízes amplas: da música erudita à folclórica, passando pelo jazz e, evidentemente, pelo próprio rock.

Ao Pink Floyd foi atribuída a criação da “música espacial”, enormes e densas massas sonoras deslocando-se de forma melodiosa, com resultados surpreendentes. Um show do Pink Floyd ao vivo, era uma experiência de multidimensionalidade.

Mas, a esta altura ao menos um cético terá perguntado se perguntado: Como? Música espacial? Se o espaço interplanetário, interestelar ou intergaláctico não tem ar para ser vibrado e produzir sons, como se pode falar em sons espaciais?

É aqui que começa nossa história. Continuar lendo “Sonoridade do Universo”

Planetas fora do Sistema Solar têm ventos supersônicos

Medições feitas das características de três planetas localizados fora do Sistema Solar indicam que a temperatura nesses corpos celestes é bem constante – e extremamente quente – tanto de dia quanto à noite, mesmo havendo uma grande probabilidade de uma face do planeta estar permanentemente voltada para sua estrela e a outra, para a escuridão do espaço. A razão aparente são ventos supersônicos, que podem chegar a 13.000 km/h. Continuar lendo “Planetas fora do Sistema Solar têm ventos supersônicos”

Encontradas células-tronco no líquido amniótico

Mulheres grávidas são uma preciosa fonte de células-tronco. Não devido ao embrião que carregam, mas ao líquido e às membranas que o envolvem. Uma equipe de cientistas norte-americanos descobriu que células isoladas desses locais compartilham características com as células-tronco adultas e embrionárias: elas são capazes de se diferenciar em diversos tipos de tecidos e podem ter um futuro promissor na regeneração de órgãos e tecidos danificados. Continuar lendo “Encontradas células-tronco no líquido amniótico”

Começando a ver a luz

Por George Musser

Vários anos atrás, num feito incrível de pensamento lateral, o engenheiro elétrico Igor I. Smolyaninov deduziu as propriedades das ondas eletromagnéticas ao utilizar as teorias da física sobre máquinas do tempo. Continuar lendo “Começando a ver a luz”

Vem aí o “Terminador”

Por Gary Stix
Scientific American – janeiro/2007

Alan Turing , matemático e um dos fundadores da ciência da computação, demonstrou em 1936 ser impossível criar um algoritmo que garanta a qualquer programa que ele seja sempre executado até o final. A essência de seu argumento é que tal algoritmo sempre pode falhar ao analisar a si mesmo e descobrir que não consegue parar. “Isso leva a um paradoxo lógico”, afirma David Schimdt, professor da ciência da computação da Universidade Esadual do Kansas. Do ponto de vista prático, a incapacidade de “terminar”, segundo jargão da informática, é muito familiar a qualquer usuário do sistema operacional Windows, que clica num botão e fica olhando indefinidamente para o ícone da ampulheta, o qual indica que o programa entrou numa rotina (looping) interminável pelas mesmas linhas de código. Continuar lendo “Vem aí o “Terminador””