Se você é daqueles que aprecia o sabor suculento de uma deliciosa picanha, mas fica com dor de consciência por estar comendo uma vaca (no sentido carnívoro da coisa), pode relaxar um pouco, pois segundo algumas pesquisas, cientistas conseguiram fazer crescer uma forma de carne em laboratório pela primeira vez!
Pesquisadores na Holanda criaram o que foi descrito como sendo carne de porco sintética, e agora estão investigando maneiras de melhorar o tecido muscular, na esperança de que um dia as pessoas possam querer comê-la, já que ninguém teve coragem de meter os dentes no produto, mas acredita-se que a carne artificial poderia estar à venda dentro de cinco anos.
Vegans, uni-vos em prol das vaquinhas, porquinhos e cabritinhas. Mas eu ainda adoro uma picanha e feijoada no modo tradicional. Continuar lendo “Cientistas sintetizam carne em laboratório”

O aumento de gás carbônico (CO2) na atmosfera não causa apenas intensificação do efeito estufa (não confunda efeito estufa com aquecimento global). O aumento da concentração de CO2 afeta a química dos oceanos também, produzindo maior quantidade de ácido carbônico (H2CO3) e, de quebra, pode fazer com que alguns crustáceos se tornem maiores e mais fortes, conforme sugere pesquisa da Universidade de North Carolina em Chapel Hill.
Foram necessários milhares de anos para que nós, seres humanos, explorássemos nosso próprio planeta e séculos para que aprendêssemos algo a respeito dos planetas vizinhos, mas hoje novos mundos estão sendo descobertos toda semana. Até agora os astrônomos já identificaram mais de 370 “exoplanetas”, ou seja, corpos celestes girando em torno de outras estrelas além do Sol. Alguns são tão estranhos que confirmam um famoso comentário do biólogo J.B.S. Haldane, segundo o qual “o universo não é só mais bizarro do que imaginamos mas também mais bizarro do que conseguimos imaginar”.
Se você é daqueles que corre pra farmácia ao primeiro espirro, não tenho boas notícias. Ainda mais quando levamos em conta o pérfido H1N1, o vírus que dizimará a humanidade, transformando as obras do Stephen King numa realidade assustadora. Não olhe para trás! Tem um cigano prestes a passar a mão no seu rosto e dizer “emagrecido…”
Quarta-feira de Sol, pássaros cantando, a primavera está no ar, o verão se aproxima, o astro-rei faz seu percurso de horizonte a horizonte (eu SEI que é a Terra que gira ao redor do Sol. É uma licença poética, pombas!). Um dia lindo e primoroso, menos para dois SAFADOS que terão que ver o astro-rei nascer quadradinho (ou não).
Nós, homens, temos muitos problemas. Em relação às mulheres, temos muitas desvantagens, como por exemplo, ninguém dar lugar pra gente no ônibus, mesmo que estejamos com uma mala do tamanho de um Boeing, enquanto que mulheres de bolsinha são prontamente instadas a sentarem, senão isso, há quem ofereça para segurar suas minúsculas bolsas. Obviamente, eu nunca seguraria mochila de marmanjo também.
Vendo uma notícia me lembrei do passado. Não é pouco comum que muitas invenções e descobertas acontecem por mero acaso. Mas o caso que vou relatar é um acaso que já aconteceu antes e pelo mesmo motivo, resguardados alguns detalhes.
Uma equipe de Cracóvia, na Polônia, utilizou imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) para avaliar a atividade do cérebro de 40 voluntários ao serem mostradas várias imagens. De acordo com o estudo, os cientistas determinaram o óbvio: Homens e mulheres possuem mais uma diferença (fora aquela). Homens e mulheres respondem de forma diferente ao perigo, e isso é fácil de perceber apenas colocando uma barata no ambiente.
Bactérias são seres vivos que dependem de hospedeiros. Todos nós temos essas criaturinhas incríveis que ajudam a nossa absorção de nutrientes (sim, seu corpo está cheio de bactérias). O problema é que nosso corpo não vê com bons olhos estes seres e tratam de atacar qualquer coisa estranha. No entanto, bactérias se defendem de nossos sistemas de defesa, já que elas não querem ser destruídas.
Pesquisadores franceses afirmaram ter descoberto uma forma de usar células-tronco embrionárias humanas para criar pele nova, que poderia ser usada em vítimas de queimaduras graves. De acordo com os pesquisadores do Instituto de Terapia com Células-Tronco de Evry, na França, as células-tronco podem ser cultivadas e transformadas em pele em 12 semanas. Esta pele de células-tronco poderia resolver os problemas de rejeição que os pacientes com queimaduras sofrem atualmente.