Vikings são um dos povos que mais desperta curiosidade. Desde seus rituais sangrentos durante uma cerimônia fúnebre, segundo o mentiroso Heródoto (o qual pode ter relatado muitas coisas, mas também inventou um monte de besteiras, além de colocar deuses e divindades no meio de acontecimentos que ele sequer presenciou), até o proverbial – e igualmente fantasioso – capacete com chifres, os vikings sempre despertaram mais que a curiosidade, mas até mesmo sensos nacionalistas, chegando ao ponto de servirem de inspiração para Himler, que usou a Siegesrune dupla como símbolo da infame Schutzstaffel, conhecida e temida pela sua sigla: SS.
Como eles estavam já navegando por aí uns 900 anos antes de idiotas resolverem ter a "brilhante" ideia de exterminar a metade do mundo (e muito provavelmente escravizar a outra metade), os vikings não podem ser culpados disso e quase mil anos depois, ainda estamos tentando entender como aquele pessoal se aventurava no mar com um barco que não oferecia grande abrigo, além de suas técnicas de navegação.
Continuar lendo “A história do mineral que guiou os Vikings”


Conformismo é, talvez, a pior das situações. As pessoas sentam e lamentam as vicissitudes, sem fazer nada para tentar corrigir ou mesmo minimizar um problema. Sorte da humanidade que muitos não se dispõem a aceitar as coisas e lamentar-se nos cantos com frases vazias como "coisa do destino", "Deus quis assim", "não posso fazer nada" etc. Muitas vezes, realmente, não se pode fazer nada, mas isso não implica que devamos parar de lutar. Quando podemos, aí é que devemos encarar o problema e tentar solucioná-lo da melhor forma possível.
Eu já disse que gosto da técnica de time lapse (ou lapso de tempo). Muitos efeitos bonitos podem ser obtidos com fotografias sequenciais.
Já me perguntaram se eu posto Voz dos Alienados assim que aparece idiotas escrevendo besteiras. A bem da verdade, eu deixo acumular. Prefiro colocar conteúdo mais inteligente que besteiras desprovidas de bom senso de alguns comentaristas que esqueceram de tomar seu gardenal. Há dias que nem tempo (ou vontade) de postar nada e se eu tenho dias que não posto conteúdo aproveitável, que dirá de idiotices (se bem que estas idiotices são aproveitáveis para fazer as pessoas terem noção de como tem gente sem-noção).
Depois de todos estes séculos, o fantasma de Isaac Newton assombra as nossas vidas medíocres. Desde o boy que sai em disparada pelas ruas em sua moto ou a executivo arquimilionário que desce de sua cobertura em seu elevador privativo, desde o esportista de asa delta até os pilotos de caças, TODOS estão à mercê da mão invisível do inglês. Todos, sem exceção.
Ainda hoje eu disse pros meus alunos: Navalha de Ockham. A solução mais simples é, na maioria das vezes, a mais acertada. Construir casas sempre é um problema, ainda mais com o alto custo do material de construção. São tijolos, cimento, areia, etc. Paralelamente, estamos buscando alternativas que deem cabo das garrafas de politereftalato de etileno (o famoso PET). A melhor solução seria poder criar um modo de resolver estes dois problemas. Bem, foi o que nigerianos fizeram ao construir casas com garrafas PET e areia.
A mulher cujo destino foi traçado pela sua pesquisa enfrenta seus últimos momentos de vida. Ela foi e ainda é um dos maiores ícones da Química e da Física. Seu nome é conhecido em todos os países e não foi por ser atleta, pois o tecido que ela mais utilizou não foi o tecido muscular, mas o nervoso. Seu rosto está estampado mesmo no mais ridículo livro de ciências e sua efígie adorna o papel moeda de um país. Num mundo onde até mesmo o meio científico era dominado pelo machismo, seu andar ereto fez-lhe ser uma das mulheres mais respeitadas no mundo acadêmico de sua época.
Uma dica rápida. Dando uma olhada neste mundo hadeano internético, encontrei o
Eu sempre quis ter uma coisa, mas nunca tive quando pequeno: um kit de pequeno cientista. Era uma coisa tão mágica para mim que devia ser a verdade suprema trazida por Moisés (na época que acreditava em Moisés, Noé e outros contos de fada). Não ganhei um kit daqueles, mas ganhei um Falcon. Eu matei muitos exércitos inimigos com meu Falcon, antes que psicopedarretardadas decidirem que isso poderia me transformar num psicopata. Não transformou. Virei um psicopata por outros motivos. Tempo passou e acabei me esquecendo daquilo. A gente entra naquele período em que alcança a Sabedoria Suprema e acha que sabe tudo – período que chamam de "adolescência". Na faculdade eu vi como a Química ensinada no Ensino Médio era a coisa mais ridiculamente inútil, chata, incômoda e totalmente sem o menor sentido. Não tinha percebido que a Química poderia ser muito mais, já que eu não tinha brincado com kits de Química (meus kits eram improvisados com xampus, cremes, detergente, óleo etc, tendo meu cachorro como cobaia. Me divertia um bocado antes de ganhar minha merecida surra).