Pesquisadores estudam o DNA de antigos egípcios

O Egito é tão fascinante quanto dinossauros. O motivo é o mesmo: eles existiram (exceto se você for fundamentalista). Assim como dinossauros são monstros que efetivamente existiram, egípcios são aquela civilização fodona digna do Conan que existiu e ainda é respeitada até hoje. Sim, mesmo com assírios e babilônios, egípcios são “OS CARAS”.

Claro, por muito que se aprenda sobre o Egito, mais falta a aprender. Por isso, uma equipe internacional resolveu saber mais sobre o segredo escondidos em suas múmias. Eles recuperaram e analisaram o DNA de múmias egípcias que datam de aproximadamente 1400 A.E.C. a 400 E.C.

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O que faz o Goddard Space Flight Center?

O NASA Goddard Space Flight Center (ou GSFC) é um laboratório de pesquisas espaciais criado em 1 de maio de 1959 como o primeiro centro espacial da NASA, estando sediado em Greenbelt, Maryland, Estados Unidos. Lá se desenvolve pesquisa de ponta e programas que desenvolvem instrumentos para exploração planetária, aparelhagem científica, sondas espaciais, satélites etc. Tudo destinado a estudar o Sistema Solar, os planetas, asteroides e o Espaço como um todo.

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O que é uma estrela de nêutrons?

Estrelas de nêutrons são criadas quando estrelas com massa maior a oito vezes a do Sol esgotam sua energia nuclear e passam por uma explosão de supernova. Essa explosão ejeta as camadas mais externas da estrela, restando um corpo frio com uma densidade estupenda.

A próxima missão da NASA investigará ainda mais esses objetos incomuns direto da Estação Espacial Internacional. A missão Neutron Star Interior Composition Explorer, ou NICER, irá estudar os ambientes extraordinários, como sua poderosa gravidade, matéria ultra-densa, e os campos magnéticos mais poderosos do universo.

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As mudanças sazonais do CO2

O CO2 é um gás que afeta absurdamente o clima global. Assim, é muito importante monitorá-lo, e mapear os dados de forma a termos uma visão tridimensional de alta resolução das concentrações globais deste gás.

O vídeo mostra dados de 1 de setembro de 2014 até 31 de agosto de 2015. A visualização foi criada usando a saída do sistema de modelagem GEOS, desenvolvido e mantido por cientistas da NASA. A altura da atmosfera e da topografia da Terra foram verticalmente exageradas e aparecem aproximadamente 400 vezes acima do normal para mostrar a complexidade do fluxo atmosférico.

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Academia de Inumanas: Reforçando idiotas na área da Educação

Volta e meia me criticam porque eu “persigo” os coitadinhos dos departamentos de Humanas (não, nenhuma ciência aqui. Sorry). Afinal, eles também desenvolvem conhecimento, ajudam a melhorar o mundo, faz o ser amado voltar em 3 dias, caminha sobre as águas e cura sua espinhela caída. Entretanto, quando vemos os trabalhos, dissertações e teses, vemos o lixo pseudointelectual que produzem. Não, o Tedson, que ganhou 30 mil reais para ficar fazendo sexo oral em banheirão púbico, não é algo raro.

Me mostraram, por exemplo, uma bela dissertação de uma mestranda em Educação. O trabalho é… interessante e nos mostra como as Universidades hoje estão um lixo, e antes que você diga, não, não foi uma universidade particular, mas federal.

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Raio-X das turbulências de Perseus

O cluster de Perseus é um aglomerado de galáxias na constelação Perseus e é um dos objetos mais massivos do universo conhecido, contendo milhares de galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás de vários milhões de graus. O telescópio espacial Hubble e o telescópio de raios-X Chandra captaram imagens quando um aglomerado de galáxias pequenas passou perto do cluster, perturbando os gases, formando o que chamamos  de onda de Kelvin-Helmholtz.

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Os influenciadores que influenciam mas não o que você pensa

Caiu um bit que estamos em mais um evento do prêmio Influenciadores Digitais. Este evento, que vale tanto quanto qualquer outro, procura premiar… bem, premia gente que influencia digitalmente. Deve ser isso! Pessoal ficou indignado com os escolhidos. Eu, não. Eu não tenho mais 12 anos, não sou puro de coração e muito menos um idealista. Eu sou o pitbull dos divulgadores científicos, sem ser aqueles babacas que estavam achando o máximo um livro que ensina a fazer divulgação científica falando que YouTube serve para subir vídeos.

Prontos para saber quem foram os escolhidos para concorrer?

Envelope, por favor!

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AIRS: De olho na atmosfera, clima e no planeta como um todo

O Atmospheric Infrared Sounder (AIRS) é um dos seis instrumentos a bordo do satélite Aqua da NASA, lançado em 4 de maio de 2002. O instrumento é projetado para apoiar a pesquisa climática e melhorar a previsão do tempo, observando os ciclos globais de água e energia, variações e tendências climáticas e a resposta do sistema climático ao aumento dos gases de efeito estufa.

Trabalhando em conjunto com o instrumento de análise de micro-ondas (o Advanced Microwave Sounding Unit – AMSU-A), o AIRS usa tecnologia infravermelha para criar mapas tridimensionais de temperatura do ar e da superfície, vapor de água e propriedades de nuvem. AIRS também pode medir vestígios de gases de efeito estufa como ozônio, monóxido de carbono, dióxido de carbono e metano.

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A atmosfera de um planeta parecido com Netuno, só que não tão parecido

Quanto mais aprendemos, mais temos a aprender,. Quanto mais descobrimos, mais aprendemos. Quanto mais aprendemos, vemos que tem mais a se descobrir e isso nos explica muito sobre o que temos aqui perto de nós. Quando nós estudamos exoplanetas, muitas respostas aparecem que ilustram coisas que acontecem em planetas do nosso Sistema Solar.

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Quanto é um ano marciano?

Marte não é como a Terra. Por estar numa órbita maior, o tempo que demora para dar uma volta ao redor do Sol é maior que o período orbital da Terra. Enquanto o ano terrestre é de 365 dias (e algumas horas), o ano marciano equivale a 687 dias terrestres. Isso faz com que as estações também tenham um período maior.

Claro, você pergunta por que isso seria interessante. Quando se tem instrumentos de medidas e rovers operando basicamente dependendo de energia solar, é preciso saber quanto de sol os dias marcianos terão, para que no inverno marciano se poupe energia nas baterias até que as células solares possam recarregá-las novamente.

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