Por Adilson de Oliveira
Departamento de Física
Universidade Federal de São Carlos
A compreensão dos mistérios da natureza sempre foi um grande desafio para todos nós. Alguns fenômenos que acontecem de forma corriqueira podem parecer, em princípio, produzidos por magia. No ritmo atual de transformações tecnológicas que vivemos, muitos dispositivos presentes em nosso cotidiano seriam verdadeiros artefatos mágicos algumas décadas atrás. Basta compararmos o início do século 20 com os dias atuais. Continuar lendo “A estranha magia do magnetismo”

Um carro sem motorista que é controlado por computador e usa lasers para evitar obstáculos está sendo demonstrado no Reino Unido.
Os Laboratórios de Pesquisa da Força Aérea dos EUA revelaram uma nova tecnologia em baterias que podem fazer funcionar aparelhos portáteis como celulares, hand-helds, notebooks constantemente em um futuro próximo. Chamada de bateria betavoltaica, ela utilizaria a desintegração radioativa de radioisótopos para capturar emissões de elétrons beta, utilizando sua eletricidade para energizar chips e gerar uma corrente regular de energia. Apesar de conter uma substância radioativa ela não seria tóxica. A bateria seria extremamente eficiente permitindo que um notebook funcionasse por 30 anos antes de necessitar de nova recarga.
Na noite de 29 de dezembro de 1959, o físico norte-americano
Você que estremece só com a idéia de ter que tomar uma picada logo poderá suspirar tranquilo: a tecnologia de cartuchos de tinta pode ser utilizada para injetar medicamentos sem dor através da pele com um adesivo no braço. O dispositivo utiliza um sistema patenteado pela HP para enviar as drogas por minúsculas agulhas que não vão profundamente o suficiente para acionar os receptores de dor.
O Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou nesta sexta (14) que está pedindo esclarecimentos à fabricante de computadores Dell a respeito de exigências feitas pela empresa a pesquisadores brasileiros. A informação foi publicada no jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo MCT.
A simples compra de um computador fabricado pela multinacional Dell transformou-se num incidente diplomático entre a empresa e um físico da Universidade Federal Fluminense (UFF) – incidente que pode acabar envolvendo toda a comunidade científica brasileira. Ao saber que os produtos se destinavam a um instituto de física, a Dell exigiu a assinatura de um termo de compromisso, no qual o pesquisador se comprometeria a não transferir sob hipótese nenhuma os PCs a cidadãos ou residentes de países do chamado “Eixo do Mal” definido pelo governo dos Estados Unidos – Cuba, Irã, Coréia do Norte, Sudão e Síria. A matriz da Dell é norte-americana.
O
Ela é muito pequena, apresenta-se na escala nanométrica (o nanômetro é a bilionésima parte do metro). Mas o que tem de pequena, tem de poderosa. Está no coração de vários equipamentos e dispositivos eletrônicos, valeu o Nobel de Física de 1973 ao seu descobridor e promete abrir as portas para o mundo da computação quântica. Estamos falando de um dispositivo conhecido como
Fantasmas como Gasparzinho e outros seres sobrenaturais conseguem atravessar paredes na maior tranqüilidade. Mas isso só acontece na nossa imaginação ou na ficção, certo? Você já viu alguém atravessar uma parede? Já jogou algum objeto contra uma parede e o viu atravessá-la, sem a quebrar? De fato, isso não acontece no mundo macroscópico, mas quando os objetos vão se tornando microscópicos, cresce a probabilidade de isso acontecer. Acontece com elétrons. Como assim? Um elétron pode atravessar uma parede? Sim, depende da parede! Isso ocorre graças a uma estranha propriedade – chamada tunelamento do elétron.