Fico assombrado com a maneira que os jornalistas noticiam qualquer descoberta científica. Alguns chamam isso de Divulgação Científica. Eu chamo de “Pelo amor de Deus, que merda é essa?”. Muitos exemplos eu já dei aqui e em qualquer blog de divulgação científica decente sempre aparece uma amostra de como algumas pesquisas possuem informações totalmente deturpadas, a fim de ficar mais “palatável”. Daí, eu fiquei imaginando, o que aconteceria se os jornalistas esportivos dessem notícias nos mesmos parâmetros do pessoal que se intitula jornalista científico. Acho que daria no diálogo a seguir.
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A maioria de nós tem medo da solidão, do isolamento, de ficar horas, dias, semanas sozinho, num lugar absolutamente isolado, praticamente encerrado num lugar fechado, sem nenhuma companhia. Hoje, com a Internet, muitos conseguem ficar assim, mas estabelecem contatos em redes sociais, brincam nos Facebooks ou conversam via MSN ou outro comunicador instantâneo. Mas tais pessoas dificilmente teriam coragem de enfrentar um abandono por vontade própria, isolando-se completamente da civilização. Aí está o que diferencia homens de meninos, e uma das pessoas que se expôs a este teste e venceu foi um francês, em plena década de 60, onde computadores ainda estavam longe das pessoas comuns e o total autoisolamento serviu de uma das mais importantes pesquisas do século XX. Michel Siffre ficou 2 meses no interior de uma caverna profunda, sem falar com ninguém, sem nem mesmo saber a hora, dia ou mesmo mês.
O Egito é um país que guarda mistérios milenares. 40 séculos contemplam o passar do tempo, das sociedades, das mudanças do mundo e do próprio tempo. Se você é daqueles que gostaria imensamente de viajar até o Egito, mas lhe falta coisinhas sem muita importância (como dinheiro, por exemplo), seus problemas estão mais fáceis de serem resolvidos do que você poderia imaginar: O Museu de Belas Artes de Boston (sem piadas, por favor) estabeleceu uma parceria com a empresa Dassault Systèmes, a qual é especializada em desenvolvimento de conteúdo digital. O resultado é que você, meu caro viajante, poderá viajar até as misteriosas areias do Egito sem sequer sair de casa. Bastando apenas uma conexão com a Grande Rede.
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
Eis-nos aqui, em mais uma demonstração da imbecilidade humana. Eu ainda tenho que peneirar as tolices que mandam, pois vem tanta coisa escrota que nem pra Voz dos Alienados serve. No entanto, graças a Pan, o Deus dos Emos Crentais, sempre recebemos lindas demonstrações de amor ao próximo e amostras de uma proverbial capacidade retórica por parte de alguns de nossos representantes do círculo religioso. Here we go!
Deputados franceses aprovaram nesta terça-feira (13/07) um projeto de lei que proíbe o uso de véus islâmicos em espaços públicos. Agora a lei seguirá para avaliação do Senado, em setembro, e é bem capaz de ser aprovada, mas ainda deverá passar por uma avaliação constitucional, e é aí que mora o problema, pois há coisas mais fundamentais num sistema de governo democrático do que os políticos gostariam que fosse. Será que isso é mesmo necessário?
Muito prvavelmente, você faz uso vez por outra do Google translator. Até eu uso, mas, óbvio, não é a 8ª maravilha do mundo, mas quebra um galhão às vezes. Este tipo de algoritmo é complicado, dada as nuances de cada idioma e, claro, a perfeição é uma meta ainda longe, mas as melhoras são sensíveis, principalmente para quem conheceu o Babelfish em seu início.
O que mais se vê por aí é político virando religioso de uma hora pra outra. Fernando Henrique Cardoso é um perfeito exemplo: ateu de carteirinha, mudou de prosa e até disse, quando em campanha em Mauá e Jundiaí, que era “mulatinho”. O
Dificilmente as pessoas não gostam de uma boa imagem, seja ela uma foto bem detalhista, seja uma arte gráfica (digital ou não). No ramo científico não é diferente e vemos realmente coisas muito bonitas.