C. Dennis McKinsey
(extraído do livro “The Encyclopedia of Biblical Errancy”)
Qualquer filosofia, teoria ou ideologia que se baseia essencialmente na fé, irracionalidade e obediência cega a alegações, propostas e promessas não comprovadas é altamente vulnerável a críticas e ataques. As afirmações de gente que se baseia mais na fé que na razão, mais na crença que em provas, mais na obediência que no livre exame e mais na superstição que na ciência estarão sempre sujeitas à contestação e à refutação.
A estratégia básica do Novo Testamento em resposta a estes problemas consiste na solificação e no isolamento. Os adeptos são levados a se tornarem tão firmes em sua fé que nenhuma evidência em contrário será capaz de abalar sua decisão. A atitude que o Novo Testamento procura criar é “Eu não me importo com nenhuma evidência que possa existir que prove que vários fenômenos ou preceitos no Novo Testamento são fraudulentos e que o livro é basicamente uma ferramenta de doutrinação usada por um grupo dominante. Se está na Bíblia, então é verdade”. Depois que este ponto de vista foi gravado na mente, a porta se fecha para qualquer outro diálogo. A razão não é mais necessária, Jesus está no controle. Continuar lendo “Como a fé bíblica se protege dos críticos”

Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Esses toscos religiosos não têm jeito. Se fosse casos isolados, tudo bem. Mas, pombas, a cada 5 minutos aparece uma notícia de um desgramado fio duma égua atacando crianças.
O mundo continua cada vez mais maluco! Não que eu efetivamente esperasse alguma melhora. Bem, dessa vez a notícia é trazida pela
Cheguei à conclusão que os crentes adoram o nosso blog. E o leitor contumaz dele é o Papa! Sim, ele mesmo: o Nazi-Pontíficie ama nossas postagens. De outra maneira, como explicar sua vontade louca de aparecer aqui propagandeando bobagens sem-limites?
Uma pequena comunidade religiosa vem chamando a atenção dos capixabas. É a seita Tabernáculo Vitória, localizada no bairro Santa Tereza, região da Grande Santo Antônio, em Vitória (ES). O grupo, que se prepara e acredita que o dia do juízo final está próximo, é formado por famílias que vivem isoladas, sem contato com parentes, em uma espécie de condomínio fechado. Para fazer parte da igreja, elas se desfazem de todos os bens pessoais.
Desde o início desta semana, 28 fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus entraram na Justiça com ações individuais contra a Empresa Folha da Manhã S.A., que edita o jornal Folha de S. Paulo, e contra a jornalista Elvira Lobato. Os processos são independentes — cada um tramita numa determinada cidade ou estado. A informação foi divulgada pelo próprio jornal neste sábado (19/1).
A principal instituição sunita do mundo, Al-Azhar, emitiu uma fatwa na qual pede para castigar segundo a lei islâmica os muçulmanos convertidos ao cristianismo, o que pode chegar a ser punido com pena de morte.
Os brasileiros estão entre os mais pessimistas em relação às condições do diálogo entre o Ocidente e o mundo muçulmano, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup. O estudo, encomendado pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, entrevistou cerca de mil pessoas em cada um dos 21 países que percorreu.
Índios de Mato Grosso do Sul pedem à Fundação Nacional do Índio (Funai) a retirada das igrejas de dentro das áreas de reserva. Eles temem a perda da identidade cultural. Funai decidiu “defender a forma tradicional” de organização dos indígenas.