A sensação de “saída do corpo”, freqüentemente descrita durante experiências de morte iminente, é provocada por “perturbações de um processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no cérebro”, revelaram cientistas suíços.
Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta durante a localização por estímulos elétricos de áreas chave do cérebro a fim de identificar certas partes do córtex responsáveis por formas severas de epilepsia. Continuar lendo “Cientistas dizem ter decifrado sensação de “sair do corpo””

Já se desconfiava que era um traço genético, mas agora finalmente os pesquisadores encontraram um pedaço de DNA – um gene – relacionado ao canhotismo. A pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade de Oxford, segundo informou a rede britânica BBC.
Poucos assuntos criam mais controvérsia e geram mais curiosidade do que a maconha, talvez porque se trate da droga ilícita que as pessoas comuns têm mais chance de conhecer ao longo da vida – estima-se que até 4% da população mundial já a tenha consumido. Mesmo assim, uma cortina de fumaça de desinformação ainda cerca a planta e seu uso. Respondemos abaixo às dúvidas mais comuns sobre a maconha, utilizando as últimas descobertas de médicos e cientistas para esclarecer quais são os perigos e o potencial da droga.
O trabalho do cientista Richard Wiseman contra a crença na existência de fantasmas ganhou força em 2003, após uma exaustiva pesquisa na qual centenas de pessoas passaram madrugadas em dois pontos considerados fantasmagóricos da Grã-Bretanha: os castelos de Hampton Court (Inglaterra) e South Bridge Vaults (Escócia).
Um novo estudo de populações de chimpanzés demonstrou, pela primeira vez, que os parentes mais próximos dos humanos ensinam novos costumes a seus colegas em sua própria comunidade e também para grupos vizinhos. “Até agora, não havia evidência de que primatas não-humanos pudessem transmitir um comportamento adquirido de um grupo para outro”, diz Antoine Spiteri, da University of St. Andrews, na Escócia. Spiteri trabalha no laboratório de Andrew Whiten, líder do estudo publicado na Current Biology.
É um dos chavões mais comuns, ao ver algum velhinho serelepe saltitando pelas pradarias, dizer que “a idade está na cabeça”. De fato, para muitas coisas importantes na vida, isso é a mais absoluta verdade. Mas o diabo está nos detalhes: os últimos avanços da neurociência estão demonstrando não só que cada etapa da vida é marcada por uma configuração cerebral diferente, mas também, e mais surpreendente ainda, que partes distintas do cérebro têm ritmos de amadurecimento diferentes.
A segunda maior autoridade doutrinária do Vaticano disse na segunda-feira que o casamento homossexual é um mal, e que o aborto e a eutanásia são formas de “terrorismo”.
Uma das discussões mais sem fundamento da biologia talvez seja a questão de quando começa a vida. Sem fundamento porque não sabemos nem definir direito o que é vida, quanto mais tentar adivinhar quando ela começa. Numa visão reducionista, identificar o início da vida permitiria ao homem encaixá-la dentro da sua própria ética, consentindo sua manipulação, seja no cultivo de células-tronco embrionárias, seja na questão do aborto. 