Arqueólogos egípcios – chefiados pelo Dr. Zahi Hawass, uma das maiores autoridades em egiptologia do mundo e secretário geral do Conselho Supremo de Antigüidades Egípcias – descobriram as bases de uma pirâmide que estimam ser da época da dinastia do Rei Menkauhor (não, meu filho, os egípcios não chamavam seus reis de “faraós”, isso é coisa recente), que pertencia a quinta dinastia e reinou no Egito entre 2444 A.E.C. e 2436 A.E.C.
Não se sabe muita coisa sobre Menkauhor, pois incrivelmente num país onde os reis adoravam auto-propaganda (não, os reis do Egito não tinham 9 dedos) ele foi um rei do qual se tem poucos registros e foi o último rei a construir um templo do sol, chamado de Akhet-Re. Se vocês verem algum jornal ou revista chamá-los de “faraós”, pode xingar. Faraó é o cacete, seu título é Rei! REI! A propósito, a ilustração abaixo mostra um entalhe com as feições do distinto (clique para ampliar). Continuar lendo “Achada pirâmide em Saqqara”

A primeira versão do livro Teoria da Evolução, de Charles Darwin, pode ser lida online pela primeira vez a partir desta quinta-feira (17/04). O texto está entre milhares de anotações pessoais do cientista que antes só estavam disponíveis a cientistas da Universidade de Cambridge e agora podem ser lidas no site
Um mês depois de
Nem só de DaVinci e Michelângelo vive a arte sacra. Alguns artistas também enveredaram para a retratação de passagens religiosas, ainda mais no Cristianismo; mesmo porque, o Islamismo proíbe que que sejam retratadas figuras de seres vivos, e se for de Maomé, danou-se: Homem-Bomba na certa!
Pesquisa analisou misterioso osso da coxa do hominídeo africano Orrorin tugenensis. Conclusão é que criatura andava ereta, tal como australopitecos, bem mais recentes. Uma dupla de pesquisadores americanos pode ter conseguido um feito raro nos estudos sobre a evolução humana: simplificar um pouco as coisas, em vez de complicá-las. Analisando a anatomia de um dos mais antigos ancestrais do homem, o Orrorin tugenensis, de 6 milhões de anos, eles concluíram que ele era bípede, com um andar muito parecido com o dos australopitecos, velhos conhecidos dos antropólogos.
É com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.
Por Sergio Danilo Pena
No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.