Nikolaus Kopernikus ou, aportuguesadamente, Nicolau Copérnico era – apesar do que dizem – um cônego alemão. Na época, a cidade-natal dele, Toru?, pertencia ao reino da Polônia, mas localizava-se na Prússia Real. Ele foi um dos impulsionadores do avanço do conhecimento cosmológico da renascença, tendo como obra máxima De revolutionibus orbium coelestium (“Da revolução de esferas celestes”), publicada postumamente a pedido dele, por temer problemas com a Igreja. Andreas Osiander, como bom espírito de porco que era, incluiu um prefácio dando a pensar que fora escrita pelo próprio Copérnico, e que dizia que o que o livro continha era apenas um atalho para se fazer cálculos. Talvez, por isso, tal coisa escapou de entrar no Index, o índice de livros proibidos pelo Vaticano. Sem falar que ainda não começara a guerra dos 30 anos, o que mudaria muita coisa no pensamento científico e não foi pra melhor. Galileu que o diga.
Por muito tempo, ficou-se em dúvida sobre o paradeiro de seus restos mortais, mas ao que parece, a espera chega ao fim e Copérnico finalmente pode descansar em paz, com toda honra que seu intelecto merecia.
Continuar lendo “Copérnico volta a ser enterrado na Polônia”

Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
O Malauí é um lugar MA-RA-VI-LHO-SO. Qualquer um que vá morar lá sente-se como se estivesse na Suíça. Melhor! Aquele lugar incrivelmente estupendo é lar de
As pessoas são extremamente burras de um modo geral. Vemos isso todos os dias, onde percebemos que larga maioria insiste em fazer algo de maneira errada, SABENDO que é errado, mas mesmo assim o faz por pura teimosia idiota.
Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Prahlad Jani é mais um daqueles velhinhos com cara de coitadinho, mas que se você der mole afana sua carteira na boa. Ele também alega que não é muito chegado a banho, e não vê água e sabão em todos esses anos também. Claro que muitos idiotas estão acreditando na conversa mole e o Ministério da
Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).
O mundo governado por Hades se mostra cada vez mais maluco. Cérbero anda dormindo no ponto e deixando uns idiotas escaparem pelo rio Estige, e Caronte é um bom fidamãe, aceitando suborno. Um homem israelense foi preso com uma acusação para lá de inusitada: Abuso Sexual.
O mundo muçulmano é estronho e esquésito! Através de imposições morais questionáveis, que datam da Idade Média, muitas pessoas já morreram (no sentido de “foram morridas”). Mulheres principalmente, basicamente as que não eram virgens, pois Alá se preocupa muito com um pedaço de tecido nas partes íntimas. Matar pode, perder o “selinho”, não. Uma mulher que fosse pega não sendo mais virgem era (e ainda é assim em muitos lugares) condenada à morte por apedrejamento.