As pessoas são extremamente burras de um modo geral. Vemos isso todos os dias, onde percebemos que larga maioria insiste em fazer algo de maneira errada, SABENDO que é errado, mas mesmo assim o faz por pura teimosia idiota.
Em reportagem trazida pela Folha, vemos que um terço dos brasileiros não procuram médicos, mesmo sabendo que estão doentes. Preferem seguir os conselhos de tias-avós que têm uma “receitinha” ou outra qualquer, de modo a curar problemas que muitas vezes parecem ser mais simples do que realmente são. Em muitos casos, pode ser fatal, mas eu mesmo já ouvi gente dizendo que médico não sabia de nada e preferia tomar o chazinho sei-lá-do-quê que é tiro e queda. Se é tiro, não sei, mas mais cedo ou mais tarde vai sofrer uma severa queda no estado de saúde. Darwin cuida.
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Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Prahlad Jani é mais um daqueles velhinhos com cara de coitadinho, mas que se você der mole afana sua carteira na boa. Ele também alega que não é muito chegado a banho, e não vê água e sabão em todos esses anos também. Claro que muitos idiotas estão acreditando na conversa mole e o Ministério da
Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).
O mundo governado por Hades se mostra cada vez mais maluco. Cérbero anda dormindo no ponto e deixando uns idiotas escaparem pelo rio Estige, e Caronte é um bom fidamãe, aceitando suborno. Um homem israelense foi preso com uma acusação para lá de inusitada: Abuso Sexual.
O mundo muçulmano é estronho e esquésito! Através de imposições morais questionáveis, que datam da Idade Média, muitas pessoas já morreram (no sentido de “foram morridas”). Mulheres principalmente, basicamente as que não eram virgens, pois Alá se preocupa muito com um pedaço de tecido nas partes íntimas. Matar pode, perder o “selinho”, não. Uma mulher que fosse pega não sendo mais virgem era (e ainda é assim em muitos lugares) condenada à morte por apedrejamento.
Se tem uma coisa que eu não tolero é gente imbecil. Se há algo que consegue competir com crente fanático é ateu fanático, como estes imbecis que se chamam “ateus militantes”. Os caras se acham os arautos da liberdade, bem ao estilo norte-americano de invadir a terra alheia à guiza de “libertar”. No caso dos ateus militantes – que conseguem ser tão irritantes quanto Testemunhas de Jeová -, há a ideia que eles devem livrar o mundo da religião, invadindo locais de culto e fazendo comícios
As pessoas pensam que vivemos numa democracia. Não vivemos. E os maiores censores são as próprias pessoas. Não basta que você tenha uma opinião, e muito menos que queria externá-la. Não pode, por que muitos podem se “ofender” com o que você falar. Normalmente, isso acontece por uma questão de vaidade pessoal, onde o ouvinte espera que você diga coisas com as quais ele concorde. É o que eu chamo de Voltaire às Avessas:
Chineses são um povo… interessante. Não chegam a ser tão bizarros quanto os japoneses (NADA pode ser mais bizarro que os japoneses, nem mesmo os italianos), eles até fizeram muito em termos culturais, como a invenção da pólvora, do papel e já possuíam uma civilização organizada enquanto os toscos hebreus ainda não passavam de um ridículo povinho que era jogado pra lá e pra cá, ao sabor do vento causado pelos grandes impérios do Oriente Médio. No Oriente Distante, a China cantava de galo e seu almirante